Capítulo 31

1098 Words

Ayla Terminamos de almoçar e, realmente, Rafaela estava certa. A comida da dona Maria era maravilhosa. Minha avó que não me escutasse falando aquilo, porque ela provavelmente ficaria ofendida por eu elogiar a comida de outra pessoa. — Eu avisei — Rafaela disse, limpando a boca com o guardanapo. — Aqui é o melhor lugar. — Tá, eu admito. — Milagre. Levantei e ajeitei minha bolsa. Saímos do restaurante conversando, mas, no meio do caminho, uma ideia passou pela minha cabeça. Olhei para Rafaela. — Rafa... — Hum? — Onde fica a boca? Ela parou de andar. — O quê? — A boca. — Ué, doida. Por quê? Dei de ombros. — Quero conhecer. Ela me encarou como se eu tivesse acabado de anunciar que queria pular de um prédio. — Conhecer? — É. — Para quê? — Quero ver como é o lugar onde o

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