Corvo Voltei para a boca depois de deixar Ayla na casa da dona Ana. Ainda tinha muita coisa para resolver, e eu já sabia que aquela paz não ia durar muito tempo. Estacionei o carro e, assim que desci, uma das marmitas que costumavam ficar por ali veio na minha direção. — Oi, chefe. Posso falar com você? Fechei a cara na mesma hora. — Vaza. Ela parou. — Mas, Corvo... — Eu mandei vazar. Ela abaixou a cabeça e saiu de perto sem insistir. Fiquei parado por alguns segundos, olhando ao redor. Foi então que percebi a rodinha de mulheres que continuava na frente da boca. Todas me encaravam. Algumas cochichavam. Outras simplesmente observavam, esperando alguma coisa. Aquilo começou a me irritar. Depois de tudo que tinha acontecido, eu não queria mais aquela movimentação ali. — Pre

