O toque insistente do celular me tirou do sono. Meu braço se moveu automaticamente até a mesa de cabeceira, tateando o aparelho. Meus olhos ainda estavam pesados, e o calor do corpo de Amanda contra o meu tornava tudo mais difícil de processar. O telefone continuava vibrando. — Atende logo… — Amanda murmurou, sua voz rouca de sono. — Ou ela vai continuar ligando até você enlouquecer. Suspirei e olhei para a tela. "Leila". Amanda se afastou um pouco, me dando espaço para me sentar na cama. Passei a mão pelo rosto, tentando afastar a sonolência, e deslizei o dedo na tela para atender. — Onde você está? — Leila disparou, a voz furiosa do outro lado. Eu abri a boca para responder, mas ela não me deu tempo. — Estou na Aurora, e você não apareceu. O que aconteceu? Você sumiu! Não me mando

