O dia começou como qualquer outro, mas terminou em caos. Eu estava em minha sala, finalizando alguns documentos, quando ouvi vozes alteradas vindo da sala de reuniões. Curioso e com uma sensação incômoda crescendo no peito, fui até lá. Ao abrir a porta, vi Eduardo segurando o braço de Amanda, forçando-a contra a parede. — Vamos lá, Amanda. Não precisa ser tão difícil. Eu sei que você quer. — Ele dizia, com um sorriso que só aumentava minha raiva. Amanda tentava se soltar, a voz firme, mas visivelmente assustada: — Me solta, Eduardo! Eu não quero nada com você. Aquilo foi o suficiente para me fazer agir. Sem pensar duas vezes, avancei até ele e o puxei pelo colarinho. — Ela disse para te soltar, seu desgraçado. — Minha voz saiu baixa, mas carregada de fúria. Eduardo me encarou com des

