O1 : phone s*x

2534 Words
Jisung acordou cedo, abriu os olhos devagar sentindo a íris doer com a luz forte do sol, apertou as pálpebras para acostumar-se e nesse meio tempo tentou entender o que estava acontecendo, depois de alguns minutos sentou-se de perna de índio na cama tão fofa e confortável, os cabelos encontrava-se bagunçados e o rosto estava inchado. Quando despertou, bocejou longo, abriu os braços para esticar-se e desceu a costa para trás estralando um pouco, engoliu um pouco de sua saliva para tirar o seco na garganta mas acabou pegando o copo de água que sempre estava no criado mudo ao lado da cama, bebendo um pouco do líquido. O corpo grande de Minho mantinha-se imóvel, ele entendeu que o marido havia acordado ao seu lado e que ele iria demorar um bom tempo ainda em cima da cama. Não queria abrir os olhos, na verdade se pudesse não mexer nenhum músculo do seu corpo na cama ficaria extremamente feliz mas Minho acabou bocejando e entregando-se para o marido ao lado que deu risada, logo abriu um sorriso juntamente com os olhos. Virou na cama para o lado de Jisung, observou ele o olhar e o abraçou com carinho, ficaram um tempinho gostoso daquele jeito até que o menor puxou Minho para um beijo calmo e de olhos fechados trouxe o Jisung para seu colo. — Acho que peguei pesado ontem! — passava a mão na cintura fina do esposo, olhava preocupado para ele. Ontem a noite os dois tiveram uma noite intensa assim como todas as outras mas dessa vez Minho pegou mais pesado por pedido do esposo Jisung, e nessa manhã vendo o resultado dos seus tapas, mordidas e estocadas agressivas sentiu-se culpado. Sentou-se na cama com o esposo ainda em seu colo e descansou a costa na cabeceira da cama, desceu a mão para a coxa marcada fazendo carinho com cuidado, chegou com o rosto para perto da clavícula nua de Jisung e despejou pequenos beijos no local. Odiava quando o marido privar-se de usar uma roupa de calor no trabalho ou no cotidiano quando por conta das marcas ou com dores no corpo, ele não negava amava ver o esposo com lembranças da noite intensa que tiveram no corpo mas não queria mexer na vida diária dele por conta disso. — Sabe que eu amo nosso s**o salvagem, aliás, me sinto bem com as marcas que você deixa em meu corpo! — fez carinho no cabelo do maior e sorriu pequeno. Jisung amava as marcas que Minho deixava no corpo dele, por isso não reclamava e sim pedia mais e mais vezes. Olhou intensamente para o marido, apoiou as mãos no ombro largo dele e não pensou duas vezes, começou a rebolar na ereção alheia do jeito que Minho gostava. — Eu tenho que viajar daqui a duas horas! — sussurrou com dificuldade por conta das reboladas, pegou a cintura do esposo e apertou mais para baixo, queria ter mais contato. — E você tem noção que demora uma hora para chegar no aeroporto! — relembrou o esposo com a expectativa dele parar mas isso não aconteceu, então ele apenas desistiu e sem avisar trocou as posições, ficando por cima de Jisung. — Amor… — com os olhos fechados sentiu os labios de Minho em seu pescoço, dando mordidas não tão fortes e depois lambendo o local que estava ardendo, percebeu que o maior descia as marcas pelo corpo, passando pelo pescoço, peito e chegou na barriga onde o corpo de Jisung arrepiou-se por inteiro. — Vamos fazer um pouco mais rápido! — empurrou com as pernas o marido que afastou-se e então livre abriu as pernas. — Sem preliminares, só me f**a! Minho apenas sorriu, ficou impressionado com a pouca paciência que Jisung tinha. Esperou o esposo sentar na cama e então chegou pertinho do menor colocando sua boca na dele começando um beijo lento com direito de mordida no lábio e chupadas na língua, quando acabou, afastou-se do corpo de Jisung o deixou trocar de posição, ele ficou de quatro com o rosto e o peito colado na cama e a b***a bem empinada. Fechou os olhos esperando ser aberto por completo pelo marido mas ao invés disso acontecer Jisung escutou a gaveta do criado mudo ser aberta e logo depois fechada, com bastante atenção entendeu o Minho estava fazendo após escutar uma tampa ser aberta e não demorou para um líquido gelado encostar em seu cuzinho. Não demorou para os dedos de Minho massagear o local, segurou a respiração pois o líquido era bem geladinho, um dedo foi introduzido e passou a mover-se com cuidado para abrir caminho e assim outro dedo entrou, totalizando dois estimulando o pequeno Jisung que gemia com a sensação que ele amava. — Eu disse… Que não era necessário isso! — com a respiração acelerada pelo estímulo de Minho, Jisung repreendia a decisão dele. — Você sabe que eu só faço quando você está preparado! — relembrou o esposo e afundou o dedo dentro dele que gemeu alto. — Sem você está molhadinho para mim! Mais algumas estocadas com os dedos e tudo ficou molhado o bastante para Minho entrar em Jisung sem o machucar. Ele tirou os dedos, pegou o saquinho de c*******a que havia tirado da gaveta junto ao lubrificante e abriu com a boca colocando no próprio p*u e estimulando devagar sentindo o quão e******o estava. Direcionou a cabecinha do p*u para o cuzinho de Jisung e fez uma pequena força para ele entrar e assim aconteceu trazendo a melhor sensação de todas. Era muito bom estar dentro do esposo. Jisung fechou os olhos quando foi invadido, apertou o travesseiro abaixo de si e mordeu o lábio para conter a dorzinha que vinha todas as vezes, quando o p*u de Minho estava todo dentro do menor, Jisung começou a rebolar depois de ter acostumado-se com o tamanho e assim seu corpo passou a mover-se rápido na cama. Estocava forte no cuzinho do esposo, empurrando a costa dele para a cama, deixando-o mais empinado e amostra para si. — c*****o amor, tão gostoso! — fechou os olhos sentindo seu p*u ser apertado, era uma sensação realmente muito boa. — Você é tão apertadinho! — entrava com mais força no cuzinho de Jisung fazendo a cama ranger. — Vai mais rápido! — mandou entre gemidos, com os olhos fechados sentiu sua próstata ser socava cada vez mais forte e repetidas vezes, assustou-se quando foi esvaziado e virado para ficar de barriga para cima. — Mais forte! — segurou o travesseiro em cima de sua cabeça, as pernas foram abertas e colocadas no ombro do marido, que sorriu s****o e entrou com rapidez e agilidade no cuzinho de Jisung. O casal estava com suas mentes nubladas pela sensação que sentiam juntos, as estocadas eram fortes o bastante para a virilha de Minho está vermelha de tanto bater com agressividade na coxa de Jisung. Eles estavam perto de gozar, tanto que o maior segurou na cabeceira da cama e passou a se enterrar dentro do menor que estava com um travesseiro no rosto para abafar os gemidos extremamente altos que soltava. — Eu tô perto! — tirou o travesseiro do rosto e avisou desesperado para o marido que pegou sua ereção e passou a estimular, naquele momento foi o fim de Jisung que tacou o travesseiro novamente no rosto e jorrou p***a no rosto de Minho, gritando abafado. Minho não conseguiu segurar quando seu p*u foi apertado pelo cuzinho de Jisung, segurou a cabeceira da cama e soltou todo seu g**o dentro do esposo aliviando-se totalmente, respirou fundo quando todo o liquido saiu e devagar saiu de dentro do menor para não o machucar. Deitados um do lado do outro, Jisung tirou o travesseiro do rosto e abraçou Minho que passou a fazer carinho no cabelo castanho do menos, eles estavam felizes pelo o que acabou acontecendo mas olhando pelo grande quarto de tom branco percebeu o horário. — Amor vaza! — empurrou o corpo do marido que olhou também para o relógio na parede e saiu da cama em um pulo. Minho foi para o banheiro, entrou no boxe e ligou o chuveiro, enquanto isso Jisung sentou na cama e respirou fundo, não demorou muito e levantou para pegar a roupa do marido no closet, nesse meio tempo Minho termino o banho rápido e saiu do banheiro com a toalha enrolada no corpo vendo Jisung com uma camiseta dele no corpo e uma roupa para ele pronta em cima da cama. — Vou te ligar quando chegar no aeroporto! — colocando a roupa rápido viu Jisung aproximar-se e arrumar a gravata no seu corpo. — Tá bom amor, fica despreocupado com isso que se você esquecer eu ligo! — deu um pequeno selinho no marido e olhou o maior pegar o celular e mandar mensagem para o secretário dele. Jisung sentou na cama e escutou depois de alguns minutos a porta ser tocada e Minho deixar entrar o jovem que pegava as malas, enquanto isso o marido passava perfume e olhava pelo espelho a movimentação. — Olhar errado faz pessoas perde o emprego Chan! — avisou o secretário que olhava o corpo de Jisung, quando o jovem escutou aquilo saiu rápido do quarto com as malas e Jisung apenas deu risada. — Esse garoto não tem medo de morrer mesmo! Três dias antes do Phone s*x. A pele do australiano encostava de um jeito maravilhoso na do Changbin, seus corpos estava suados e compartilhavam do mesmo prazer, o p*u de Changbin entrava tão rápido no cuzinho de Felix que fazia o australiano a encostar a própria cabeça no ombro do marido, sentava forte no p*u ereto e melado de Changbin, jogava a cabeça para trás e mordia os lábios forte, para prolongar mais a sensação, começou a rebolar, até olhar para a mesinha do lado da cama, vendo seu celular vibrar e mostrar a foto de Han Jisung. Respirou fundo, se afastando um pouco do marido e pegando o celular. — Oi — disse respirando fundo, seu p*u era estimulado de um jeito maravilhoso pelos dedos de Changbin. — Fala logo, p***a — gritou estressado, com a mão livre, segurando o pulso do braço de Changbin que estimulava sua cabecinha rosada. — Vamos no shopping — escutou Han perguntar. Fechou os olhos um tanto estressado mas sabia que o amigo não tinha culpa, começou a parar de rebolar e ficar parado no colo do marido que já havia gozado dentro de si. — Eu vou sim... Hum — foi virado de quatro na cama, com o peito colocado no colchão, teve seu cuzinho chupado. — Ótimo — escutou Han dizer. — Vamos daqui uns 30 minutos — disse Han. Com os olhos fechados, tentava não gemer para o amigo escutar, seu cu era comido pela boca de Changbin que não parava com a p***a daquela língua. — Certo, nos encontramos daqui a 30 minutos no shopping central de Seul — desesperado, desligou a ligação, levantando um pouco a costa e perdendo a cabeça do marido na sua b***a, para sentir mais daquela sensação, fechou a os olhos e gritou, m***a como era bom gozar. (...) Sentado na praça de alimentação, esperava ansioso pelo amigo que demorava uns minutos, estava com algumas idéias na cabeça para dar uma surpresa ao marido, quando o mesmo chegar em casa. Depois de amanhã será o aniversário de Lee Minho e Han Jisung no qual estará fazendo cinco anos de casados, deixando claro para todos, os momentos bons e ruins que ambos tiveram, o que era muito especial para os dois que realmente se amavam e queria mais. Procurava o amigo em todos os lugares, estava bem mentalmente e fisicamente, tinha sido comido de um jeito tão gostoso, que, bom, nem a ligação de Han tinha atrapalhado aquele momento. Quando encontrou o garoto mexendo no celular na praça de alimentação, negou. — Nossa — gritou para o garoto perceber sua presença. — Você me liga em momentos tão errados que nem imagina — sentou em frente do amigo, que sorrio s****o. Ele estava ciente do que os dois amigos casados estavam fazendo mas não iria cortar o clima deles naquele momento, sabe o quão bom é a hora do s**o. — Na próxima vez, desligue o celular amor, ou nem atenda, não sou obrigado a escutar Sei gemendo — guardou o celular no bolso de trás da calça e apoiou a mão na mesa pequena de madeira. — Quero fazer uma surpresa para Lee, por conta do nosso aniversário de casamento — sorrio bobo para o amigo que assentiu. Estava ciente que Han era meio lerdo e não iria entender que Lee Minho, amigo de longa data de Felix é mais s****o do que ele pensa, sua amizade de mais de 30 anos, fala isso. — Prepare ele, para bobão do Minho não ficar desconfiado — sorrio pequeno, olhando todas aqueles restaurantes deliciosos. Olhou curioso para o amigo que dizia, como assim preparar, não faz sentido isso. — Como assim — estava super curioso, respirou fundo e mordeu os lábios, gostava das idéias que Felix tinha, sempre surpreendia. Sorrio s****o para o bochechudo a sua frente. — Já fez Phone s*x — perguntou, vendo o garoto negar, sabia que Han nem tinha noção do que aquilo era. — Você vai ligar ou fazer uma chamada de vídeo com o Lee, irá t*****r com ele por esse meio — simples, olhou para o Espoleto e sorrio. Olhava peculiar para o amigo. — Então — foi interrompido. Levantou rápido da mesa. — Vamos comer macarrão, estou morrendo de vontade — bateu algumas palminhas e olhou para o amigo. — Iria fizer algo — perguntou olhando torto. Respirou fundo com a falta de atenção que Felix tinha. — Sim — negou risonho, vendo que o mesmo não iria se aquietar até pedir o que queria, Changbin mima muito essa criança. — Vamos pedir logo — levantou respirando fundo, vendo que Felix quase pulava na praça que não estava cheia em direção ao Espoleto, um restaurante de macarrão. O tempo que eles passarão, pedindo a comida, pegando e sentando, foi o tempo de Han conversar com o marido e saber que o mesmo não iria voltar em três dias e sim daqui a seis dias, por isso, não iria precisar ficar ansioso para organizar tudo, apenas queria dar um presente no dia que ele Minho não estaria em casa, no caso do aniversário de casamento. Quando eles sentaram numa mesa um pouco maior que a outra, começaram a comer e Felix logo pode falar sua idéia, deixando Han um tanto que curioso para saber se iria dar certo ou não. Dali, eles puderam ir para casa um do outro e mesmo assim, Han pode pensar melhor no que iria realmente fazer e chegando em um consentimento que sim, iria t*****r com seu marido pelo vídeo chamado, teria esses três dias para criar vergonha na cara e ficar de lingerie na frente do netbook... — Deixa ele amor! — sorriu e deu um selinho no marido que foi para perto dele e agachou para ficar na sua altura já arrumado. — Boa viagem!
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