Eu virei para ele para falar, mas ele continuou andando, os olhos dele focado na minha casa. — O que? Eu também olhei para casa, mais nada parecia diferente. — As persianas estão fechadas. Ele respondeu distraidamente, ainda examinando o casa. Era estranho, sim, mas não justificava esse nível de suspeita. Ele deu alguns passos no beco e parou novamente. — Max? — A porta está aberta. Ele sussurrou. Agora eu estava realmente preocupada. O meu pai era ex-militar e realmente paranoico sobre segurança. — Fique aqui. Ele ordenou, colocando a mão na minha barriga e me empurrando levemente para trás. — Não! Absolutamente não. Ele só poderia estar louco se ele achou que eu ia deixar ele entrar sozinho. Ele bufou, e ele estava pronto para argumentar, mas viu a minha cara de decidida. — Desc

