Eu tranquei o homem na sala vazia, não maior que um armário de vassouras, antes de correr para a sala ao lado de Dom. — Como ele está? Eu perguntei sem fôlego, de pé perto da mesa. Náusea me atingiu quando notei os quatro longos ferimentos no lado de Dom. O homem sacudiu a cabeça. — Eu não tenho certeza. Eu não sou um médico humano. — Ele é tudo que eu tenho, por favor... A minha voz falhou no final enquanto eu descansava a minha mão na bochecha fria do Dom. O homem olhou para mim, os seus olhos agora apenas cheios de preocupação. Ele soltou um suspiro, sacudindo a cabeça para o lado. — Eu preciso da sua ajuda. Pegue um par de luvas e uma máscara e abra as primeiras gavetas. Existem grampos longos que parecem tesouras estranhas. Pegue três para mim. Eu balancei a cabeça, agindo mecan

