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1116 Words
[ALERTA: HOT +18] Sofia ? Ele fechou a porta de entrada com os pés enquanto ainda me beijava com urgência e desejo. Me imprensou na parede e levou as mãos até meus fios desfazendo o coque que eu havia feito em meus cabelos, por causa do calor enorme que estava sentido antes. Muralha: Gosto dele assim - Disse olhando em meus olhos dado um sorrisinho de lado. Desgraça de homem bonito! Entrelaçou nossas mãos e me puxou pelas escadas que levava ao segundo andar da casa, me direcionou até chegar em uma das portas do grande corredor, abriu a mesma me puxou para dentro do comodo e trancou a porta. Levou uma das mãos até meu pescoço me trazendo para perto voltando a beijar minha boca. Envolveu minha fina cintura com seus dedos, dando leves apertos na região, desceu seus dedos para minha perna me puxou para cima me fazendo entrelaçar minhas pernas em volta de sua cintura. Caminhou comigo ainda em seus colo me jogando, delicadamente, na cama macia. Subiu em cima de mim e voltou a me beijar, distribuindo beijos por todo meu pescoço, me fazendo soltar gemidos manhosos em deleite. Enquanto ele maltratava meu pescoço com sua boca, levei minha mão para a barra da sua camisa e puxei o tecido pra cima tirando ela de seu corpo jogando em um lugar qualquer dali. Chupei seu lábio inferior, que tinha uma coloração avermelhada, ao mesmo tempo em que eu passava minhas unhas pelo seu peitoral definido e tatuado. Ele passou as mãos pelas minhas costas puxando o fecho do vestido para baixo, tirou o pano apertado do meu corpo me deixando apenas de calcinha e sutiã, ambos vermelhos. Com os seus olhos felinos acompanhou todo a intenção do meu corpo com os olhos, com uma p**a cara de s****o. Gostoso. Muralha: Filha da p**a Gostosa - Disse voltando a me beijar. Levei minha mão até sua calça abrindo o zíper e desabotoando o material de jeans, com a ajuda do meus pés conseguir tira o material desnecessário de suas pernas torneadas. Empurre seu corpo parar baixo do meu trocando nossas posições, ficando por cima dele com uma perna de cada lado. Beijei seu pescoço mordendo o lombo de sua orelha e comecei a rebolar lentamente em seu colo, em cima de seu m****o que ganhava cada vez mais "vida" abaixo de mim. Muralha: Vai me torturar é? - Perguntou afundando seus dedos ainda mais minha cintura. Dei um sorriso s****o e aumentei os movimentos. Passei as unhas em seu peitoral, descendo meus dedos lentamente até chegar em sua box, seu p*u já estava extremamente duro e marcado dentro do tecido preto que ele usava, puxei o elástico para baixo e seu p*u pulou para fora, grande e grosso. Quase babei. Ajoelhei sobre a cama levando minha mão até seu falo úmido pelo pré g**o, comecei um leve vai e vem com as mãos ouvindo ele dar gemidos rouco em aprovação, o que me dava ainda mais incentivo ao que eu estava fazendo. Muralha: p***a Sofia! Mete a boca nisso logo - Sussurrou entre gemidos roucos. Como boa garota que sou, cair de boca em sua i********e e comecei a chupa toda sua extensão, babando o máximo que conseguia, enquanto minha língua trabalhava em seu m****o, com a mão eu ainda fazia o vai e vem. Olhei para seu rosto admirando suas expressões que me deixavam ainda mais quente, pelo visto ele estava adorando porque a mãe faz trabalho lindo sempre. Ele colocou as mãos em minha nuca puxando meu cabelo me incentivando a ir mais rápido e fundo, meus olhos lacrimejava um pouco mais toda vez que seu quadril se movia para cima acertando minha garganta com brutalidade. Antes que seu g**o saísse de dentro do seu farto m****o, ele me puxou pra cima me jogando na cama, ficando sobre mim novamente, apertou meu rosto entre sua mão e selou nosso lábios com urgência. Tateou suas mãos em minhas costa e tentou tirar meu sutiã sem nenhum sucesso. Muralha: Tira essa p***a logo - Dei risada da cara de bravo que ele fazia e tirei o sutiã. Assim que o pano vermelho rendado saiu do meu corpo ele caiu de boca em meus s***s, chupava um e o outro ele massageava com a mão livre. Inclinei minha cabeça para trás e dei um gemido alto sentido sua boca sugar meus m*****s sensíveis de modo alternado. Tirou minha calcinha com maestria e fez uma trilha de beijos em minha barriga deixando alguns chupão durante o processo, desceu com os seus olhos vidrados aos meus até chegar em minha virilha onde ele beijou e depois passou sua língua pela área sensível. Sofia: Aah... - Deixei o som sair por entre meus lábios ao sentir ele começar a estimular meu ponto sensível. Muralha: Isso, geme pra mim vai - Disse olhando em meus olhos fazendo um maravilhoso trabalho com a língua. Meteu dois dedos em mim sem nenhum tipo de aviso prévio me fazendo praticamente gritar com tamanho t***o, tirei minhas costas na cama apoiando meu corpo com meus braços, tentando manter meu corpo naquela posição. Sofia: p**a que pariu - Fechei meus olhos sentido aquela corrente de prazer passar por entre meus poros. Muralha: Fica de quatro - Mandou e em resposta obedeci virando meu corpo, apoiando meu peso com os cotovelos ficando na posição que ele queria, me ajeitei sobre o colchão empinando tudo pra ele. Fechei meus olhos mordendo meus lábios sentindo sua boca passar pela minha pele exposta, ele apertou minha b***a distribuindo beijos, mordidas e tapas fortes, tapas esses que me renderia mais tarde umas pelas marcas vermelhas. Sofia: Huum... Muralha - Gemi manhosa sentido sua língua adentrar minha i********e, puxando os lençóis entre meus dedos. Muralha: Rabão do c*****o! - Grunhiu dando outro t**a forte. Revirei meus olhos ao sentir ele pincelar seu p*u sobre minha i********e encharcada, o desgraçado queria me torturar só pode. Antes que eu abrisse minha boca para reclamar da sua demorar, meu corpo foi impulsionado para frente em um solavanco quando ele meteu seu m****o enorme dentro se mim, sem avisos. Sofia: Filho da p... - Fui impedida de terminar meu xingamento quando ele esbofeteou o outro lado da minha b***a. Muralha: Seja uma boa menina e não xinga minha mãe - Levou seu lábios bem próximos da minha orelha sussurrando em meu pescoço - Geme meu nome c*****o! Sofia: p***a! Se mexe logo Noah... O que aconteceu em seguida foi tão bom que minha mente chegou a perder os sentidos, uma parada inexplicável, um prazer que eu nunca havia sentido antes. A única coisa que lembro é que transamos a noite toda naquele quarto.
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