-Deus, eu posso apenas imaginar. -Eu me sinto culpado. Eu sussurro. -Por que? Toto, não foi sua culpa? Como você pode pensar isso? -Porque foi minha culpa. Eu insisto. -Eu não o deixei escolher o restaurante porque estava preocupado que um fotógrafo o visse comigo. Então eu escolhi, e então eu disse a ele que poderíamos andar. Se não fosse por mim, nunca estaríamos lá. E se isso não bastasse, agi estupida*mente diante das circunstâncias, apenas piorando toda a situação. Alanna para em seu caminho, me puxando para uma parada. -Não. Eu não vou deixar você fazer isso. Ela me encara atentamente. -Isso não é absolutamente sua culpa, Victoria. Eram apenas circunstâncias realmente de merda que você não podia controlar. Você não tinha como saber, e francamente isso poderia acontecer

