CAPÍTULO TREZE Mafarrico observou a ténue luz solar proveniente do teto abalroado. Vira o buraco do exterior, mas não quisera acreditar. Agora via que a toca estava coberta de sujidade e destroços. Uma rapariga – a que capturara mais recentemente, a Irlandesa – tinha desaparecido e as outras duas estavam aninhadas uma junto à outra a fitá-lo, amedrontadas. O avô estava furioso. “Vê só como estragaste tudo desta vez!” Dizia. “Como podes ter permitido que uma coisa destas acontecesse?” “Eu não sabia que precisava de ser concertado,” Desculpou-se Mafarrico. “Raios, será que te tenho de dizer tudo aquilo que tens que fazer?” Mafarrico não conseguia parar de olhar para o buraco no teto. Na sua mente, o avô continuava a resmungar. “Tens que pôr mãos à obra. Tens que arranjar isto. Não há o

