Capítulo 6

1149 Words
Dias depois Graças a Deus Dante já está bem melhor, como eu conversei com Hillary troquei o numero do meu celular e não contei nada para meu pai sobre a ligação, não quero deixar mais ele preocupado, o médico disse que daqui para esses dois dias Dante já poderá ir para casa. — Clarisse, pelo amor de Deus, eu não aguento mais comer essas comidas sem sal, isso vai acabar de me matar.— Dante reclama pela milésima vez enquanto remexia o prato de sopa que estava na mesinha em sua frente.— Me trás um pouco de comida de verdade, por favor meu anjo.— ele me pede com uma carinha tão fofa que não tem como resistir além do mais tudo fica melhor quando ele me chama de anjo. — Tá bom senhor Cooper, só vou comprar algo para você comer, só porque realmente essa comida não é boa , mas só se o médico disser que pode. — Tá bom, meu bem, obrigado mesmo.— Ele joga um beijinho em minha direção e eu n**o com a cabeça sorrindo, pego a sopa que ele estava comendo e coloco em cima do carinho para recolherem e saiu do quarto em que ele estava e vou até a sala do doutor Simon, chegando lá bati na porta e escuto um entre. — Boa noite doutor — Boa noite clarisse! Em que posso te ajudar? — Eu quero saber se posso trazer comida caseira para o paciente Dante? — Pode sim, só tem que ser comida saudável, nada de gorduras. — Tá bom obrigada pela orientação. — Por nada! É ora isso que eu estou aqui. Agradeço ao médico e saiu de sua sala e ando para fora do hospital, e como tinha um restaurante lá perto eu fui andando mesmo e chegando lá sigo as orientações como o médico avisou. — Olá, boa noite,você já tem reserva? — Não! Eu quero uma marmita para viagem. — Certo, aqui está o nosso cardápio. — Obrigada.— Agradeço e olho a procura de algo que fosse saudável e gostoso. — Eu vou querer Crepioca (ovo + tapioca) recheada com frango desfiado, acompanhada de uma salada mista, composta por legumes e verduras e uma garrafinha de suco de laranja por favor. — anotado! Aguarde alguns minutos que já entrego o seu pedido. — Certo! — Se passaram cinco minutos e o rapaz me entrega meu pedido, pago e volto contente para o hospital com um sorriso no rosto, estou muito feliz por está me aproximando mais do Dante, e acho que vou fazer como Hilary me disse, seguir o meu coração é a melhor decisão que posso tomar. Chego no hospital, falo com a recepcionista que já me conhece bem devido minha frequência vindo para o hospital e sigo para o quarto, e assim que chego lá o sorriso que eu tinha no rosto desapareceu quando eu abro a porta e vejo a cena que eu vi, e a única coisa que passou na minha cabeça nesse momento foi de despejar a garrafinha de suco que eu estava na mão em cima daquela mulher por está de jogando para cima do meu "homem" quer dizer do Dante , quem ela pensa que é pra tá com essa i********e toda com ele assim?Eu sei que são amigos e blá blá blá, mais amizade também tem limite não é? — Vejo que você não precisa mais da minha comida ? — falo olhando para Natália que estava com uma marmita de comida dando na boca de Dante e não me contive em revira os olhos discretamente. — Claro que quero meu anjo, você trouxe o que eu pedi? — Você já está sendo bem alimentando, mesmo que essa comida não seja apropriado para você!— falo não me importando com a cara de bocó que Natália fez ao ouvir o moreno me chamar de anjo. — Oi Clarisse tudo bem? — a policial me pergunta com um sorriso no rosto que logo eu percebi que era falso. — Oi— falo seco — Estava tudo ótimo a alguns minutos atrás .— Falo o óbvio, eu não estava com ciúmes, porque eu e ele não temos nada, mais também não gostei dela desde o primeiro momento que há vi. É patético a forma que ela age com o Dante, parece até que são um casalzinho.— Faço uma careta só de pensar que isso pode se tornar realidade. — Como eu sair cedo do trabalho hoje, resolvi passar aqui para vê como o Dante estava e trouxe seu prato favorito que é lasanha ao molho Branco, espero que não se importe. — Bem minha querida, o hospital não é meu então, eu não me importo com quem entra ou sai.— Aqui está Dante caso você queira ainda.— falo colocando a sacola com a comida em cima da mesinha. — Desculpa eu só fui educada com você . — E eu respondi igualmente fofa.— Cruzo meus braços a altura do peito e reviro os olhos mais uma vez, quando ela limpa a boca dele .— O que aconteceu com as suas mãos Dante? — Nada por que?— ele pergunta confuso — Nada! Só fiquei curiosa para saber o motivo que você não pode comer com as suas próprias mãos. — Eu… — Ele é interrompido por Natália que fala primeiro. — Estou fazendo isso Clarisse porque eu quero cuidar do Dante, não só agora e não só assim, mas de outras maneiras também que acho que você já entendeu do que eu estou falando certo?— Ela fala se levantando de onde estava sentada e fica em pé na minha frente. — Sim, claro eu já entendi tudo perfeitamente. — Que bom,.. já ia achar que você estava com ciúmes, como eu sou boba.— Ela fala sorrindo e eu me seguro para não voar nessa mulherzinha de merda, eu odeio ela e mais ainda o Dante por não está fazendo nada. — Não tem de que eu esteja com ciúmes!— falo passando a mão em meus cabelos, sem olhar pra nenhum dos dois patetas à minha frente. — Que bom! Assim fico mais tranquila quando eu não estiver presente. Bom eu tenho que ir agora, tchau Dante te vejo amanhã.— Ela se inclina na direção dele para beijá-lo e eu não tenho condições nenhuma para ficar aqui e vê essa cena. — Com licença , tenho algo importante para resolver agora.— ando em direção a porta e antes que eu saísse por completo falo para ele poder ouvir.— E não volto hoje para ficar com você Dante, acho que vive pode muito bem se virar sem mim. — Clarisse.— Escuto sua voz me chamar, mas não dou a mínima para ele, saiu do hospital e chamo um táxi para me levar pra casa.
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