— Lógico que não, p***a — o que veio atrás de mim faloma furioso, como se eu tivesse o ofenidido, puloul para trás assustada — desculpa, desculpa, não quero te assustar mais.
— Merda, a gente chupou a afilhada do papai — o que se acabava nos meus p****s fala — estamos mortos!
— p**a que pariu, como você é bonita! — o que lambia meu traseiro fala, com seus belos olhos azuis brilhando e fixos em mim.
— Theo, pare de assustar mais a menina. — o esquentado falou.
— O que, ela é bonita mesmo só estou falando. — disse ele.
— Escuta, Luna, eu sou Gael, sou o filho mais velho do seu padrinho, esse grandão aqui é o Theo e esse magrelo desnutrido é o Levi... desculpa essa situação, nós não sabíamos que era você... — Gael não sabia como se explicar e gaguejando de nervoso.
— Vocês seus tarados estavam me chupando porque?
— Porque você estava gostando, anjo!— falou Levi.
— Eu estava dormindo, seu tarado! — eu grito nervosa.
— Olha sei que vai parecer estranho, mas, é a verdade, eu contratei uma prostituta e mandei trazerem ela pro meu quarto, eu achei que você era ela, por isso começamos a... te chupar.
Gael fala e a forma que ele fala, como se estivesse gemendo de prazer, me fez umidecer mais entre as pernas.
—Está me chamando de prostituta agora?
Pergunto me forçando a ficar séria e esquecer as reações do meu corpo a aquela situação maluca.
— Não, loirinha, estou tentando explicar, p***a!
Ele se exaltou eu arquei uma sobrancelha, já sei quem é o esquentadinho dos irmãos
— Merda não conta para o meu pai, nós fazemos o que quiser, nós chupamos você achando que era outra pessoa, perdão. — ele parecia bem tenso.
— Se soubessem que era eu não me chupariam?
Me vi fazendo essa pergunta i****a, e vi os olhos deles brilharem de surpresa e satisfação, fiquei vermelha, eu me fazendo de profundamente ofendida faço uma pergunta dessas.
— Se você deixar, eu a chuparia todinha. — falou o que lambia minha b***a me devorando com os olhos.
— Eu também, cada cantinho desse corpo lindo. — o que mamava em meus p****s falou e eu notei seu p*u grande duro.
— Se quiser, eu faço agora!
Gael o esquentadinho fala, também me devorando com os olhos.
—Eu não quero, seus tarados — volto a mim e me fiz de ofendida mais uma vez, eles ficaram confusos — me trouxeram para esse quarto, achei que seria o que eu iria ficar, jamais imaginei que seria atacada por três tarados.
—Não somos tarado menina, e você parecia estar curtindo muito os três tarados te chupando. —falou Gael, eu corei de novo e vi os três soltarem um gemido me olhando.
— Poderia me mostrar meu quarto eu quero tomar banho e esquecer o que houve aqui.
Falo me levantando, os três se aproximaram de mim, eu fiquei parecendo uma anã no meio deles.
— Desculpa, anjo! Não queríamos recebe lá em nossa casa já te traumatizado, eu sou o Levi!=ele disse, eu olhei para o belo homem a minha frente, ele tinha um sorriso lindo, os dentes tão brancos que reluziam era muito bonito, seus olhos eram azuis também, era bem mais branco que os outros, cabelos quase tão claros quanto os meus, era alto, mas não era tão musculoso quanto os outros dois, era realmente muito bonito.
— É sério, por favor poderiam me levar ao meu quarto queria descansar!
Fico incomodada pela presença marcante dos três tão próximos de mim.
Eles me levaram até o quarto em que eu ficaria, peguei minha mala que Gael trazia em sua mão, entrei no quarto e me tranquei desta vez.
Fui até o banheiro do quarto e tomo um banho, quando a água caiu em meu corpo, tão quente e reconfortante, pude pensar no que aconteceu, os três filhos de meu padrinho, estavam em cima de mim, me devorando com suas bocas maravilhosas, eu não quero admitir, mas, aquilo foi realmente bom, senti um estranho fogo surgindo entre minhas pernas.
Aquilo foi real mesmo, pensei estar sonhando e na realidade estava acontecendo e foi maravilhoso, não tinha como negar, nunca senti isso antes, aliás achava que era incapaz de sentir atração ou tesao por alguém, depois de Hugo.
Sentir aquilo com os filhos dos meu padrinho era tão errado e logo com os três, isso não era normal, eu não devo normal.
Senti minha feminilidade tão quente ao pensar nos três e nas habilidades das bocas dele, que chegava me assustar.
Me forço a mudar meus pensamentos, como eles disseram foi um engano, e aquele assunto acabaria ali, não falaria mais com eles com nenhum, estudaria quietinha e logo vou embora com minha mãe.
Saio do banheiro, colocou um vestido ciganinha, com pequenas flores, ele era verde mais escuro, bem larguinho até a altura das coxas, só era bem grudado nos s***s, mas já estava acostumada, tudo ficava grudado nos meus s***s grandes.
Coloquei uma rasteirinha vermelha da cor das flores do vestido nos pés, prendi meus cabelos num r**o de cavalo, passei meu perfume e fiquei sentada.
Estava com dúvidas se descia ou se esperava meu padrinho bater na porta, não queria ver aqueles três sozinha.
Fico sentada iria esperar meu padrinho, ouço batidas na porta.
— Luna?
Ouço a voz de George, meu padrinho, fui lá e abro a porta e sou envolvida num abraço terno do meu padrinho, que era como um pai para mim.
— Oi, padrinho!—falei sorrindo.
— Que bom, que chegou, querida — ele me soltou — como foi a viagem até aqui?
— Cansativa, mas, foi tudo bem!
— Eu quis pagar sua passagem para vir de avião, mas, a cabeça dura da sua mãe não deixou!
— Já está fazendo muito por nós, padrinho, ainda mais por mim, não queremos abusar mais ainda. — f sem graça.
— Não é abuso, faço o que for preciso por minha afilhada, seu pai foi um grande amigo, um funcionário excepcional e fiel, farei o possível por você e sua mãe. — disse sorrindo.
— Obrigada, padrinho, você é um anjo para nós.
Ele fez carinho na minha cabeça.
— Se eu tivesse tido uma filha, queria que fosse exatamente como você, mas, Deus me deu apenas filhos homens e que me dão muito trabalho — ele riu e eu corei ao lembrar dos três — vamos descer o jantar será servido em breve vou te apresentar meus meninos!
Eu engoli em seco, já fomos apresentados de uma forma bem interessante e gostosa, penso.
—Sim, vamos.
Fico tímida, o acompanho até o andar de baixo a escada preta, com um corrimão com apenas ferro dourado era único até o final da escada chegamos até a sala principal, ampla num estilo aberto e moderno era quase toda com vidros transparente, dava par ver todo o belo jardim do lado de fora e a imponente entrada.
Os três estavam na sala dava para ouvi los rindo e conversando, senti um frio na barriga, conforme nos aproximamos.