“Os infortúnios devem ser um raio fora da circunferência, uma falha da qual só pode ser apagada para que tudo retorne aos eixos. Uma linha que não tem alicerce, nada, só apareceu e desgovernou um sistema que permite que tudo coexista sem que nada desequilibre. E olhar para Sombra, fez eu ter o pensamento do que é infortúnio”. Foi o que eu afirmei, e nesse caso, daí tive a ideia dessa linha. Pensar em nós, complementou a ideia do imprevisto, e do raio. Chegar a esses inúmeros devaneios, se dá ao fato de estar pelo qual lutamos... Aqui. Enquanto corri, ainda lembrei da voz das sombras que falou quase sussurrando, entrando na minha mente questionando: — Você lembra... Não é? Ah! Claro que você lembra, como esquecer? Era para ser só um passeio que afogaria todos os ressentimentos de raiva, d

