Não quis ficar para ver qual foi a decisão – se é que houve alguma – ou como Vane resolveu a situação com seus acionistas. Passei o resto do dia descansando da viagem e cuidando um pouco de mim, tomando um banho Premium, lavando meu cabelo, fiz as unhas e comecei um novo livro. A minha paz tende a ser inegociável. No outro dia, cedo eu estou acordada, tomo um café da manhã reforçado porque algo me diz que vou precisar para enfrentar Arthur Vane hoje. Escolho a minha “armadura de guerra”, um vestido azul claro, justo como normalmente uso para o trabalho é no estilo secretaria. Coloco um cardigã por cima, um scarpin branco, faço uma bela maquiagem e prendo a frente do meu cabelo. Vou para a empresa com meu carro e um copo de café, um duplo, precisando de bastante cafeína. Eu entro na Va

