Romeu chamou por nós dois e tentou falar algo, falar suas últimas palavras, mas elas não queriam sair. A única coisa que saia eram grunhidos quase inaudíveis e incompreensíveis. Romeu estava nos deixando. Falamos para que ele parasse de se esforçar e ficar calmo, sem gastar suas forças. Romeu tocou nossos rostos e sorriu uma última vez antes de nos deixar antecipadamente. — Cornélius — Sebastian respirou bem fundo antes de continuar, como se estivesse impaciente — você entrou na Máfia agora, mas aprenda: não se mexe com a família, se isso acontecer faça de tudo para dar o troco em quem fez isso. — Assim como aqueles dois estavam fazendo comigo? — perguntei apontando para a porta aberta, levemente ainda irritado. — Exatamente como aquele dois estavam fazendo com você — ele disse pacient

