RAFAEL Entreguei ao pai de Isa o copo de cristal cheio de uísque, sua careta caindo sobre as marcas no meu peito com minha camisa aberta. Meu nome na pele de Isa era menor, muito mais localizado apesar do tamanho do meu nome. As dela ocuparam a maior parte do meu peito, as feridas furiosas e vermelhas enquanto curavam. Ele tomou o uísque rapidamente enquanto eu tomava um gole do meu e o colocava sobre a mesa. Inclinando minha b***a na superfície, eu assisti enquanto ele se levantava de seu assento. — Acho que não quero saber nada sobre seu relacionamento com minha filha. — disse ele, engolindo a náusea que eu tinha certeza que ele sentiu ao ver o nome dela gravado em meu peito. — Provavelmente não. — eu admiti com um sorriso. Eu mataria qualquer um que chegasse perto da minha filha eve

