RAFAEL Fazia muito tempo desde que eu andava pelas ruas de uma cidade que não era minha. Desde que eu me movi pela noite como se a escuridão fosse minha para reivindicar. Não havia guarda-costas nas minhas costas, ninguém para me proteger se algo desse errado. Não iria, porque ninguém poderia derrotar o d***o quando o sol se punha. Leonid cambaleou por Roma às cegas e meio bêbado, totalmente inconsciente do pesadelo que o seguia e se preparava para matá-lo lentamente. Para fazê-lo sofrer pelos pecados de seu pai. O apartamento para o qual ele subiu teria sido uma fortaleza segura com a qual poucos poderiam competir ao tentar obter acesso. Mas essas coisas não importavam para homens como eu. Seus homens estavam todos meio bêbados com sua própria arrogância e vodca, deixando-me entrar

