A babá de Ameerah se deteve na soleira da porta. — Perdão, sayyidah. Procuro à menina. — Se a vir, tocarei a campainha — disse Lucy ao mesmo tempo em que levava um dedo aos lábios e indicava o esconderijo de Ameerah. Com um sorriso, a mulher assentiu com a cabeça e desapareceu. Então Lucy se agachou para olhar por debaixo do canapé. — Já pode sair Ameerah. A menina colocou a cabeça para fora, olhou a seu redor, logo deu a Lucy um grande sorriso e então se sentou a seu lado. — Lucy — disse tocando a sua mão. — Ameerah — respondeu Lucy ao mesmo tempo em que lhe acariciava a bochecha. Ambas sorriram e a menina indicou a jarra de água. — May. Lucy encheu um copo e o estendeu. —Tqfaddali. Sirva-se. Com uma risada a menina o levou aos lábios e quando acabou desceu do assento, pôs o

