PONTO FINAL...

1699 Words
Eram 20:00 horas da noite quando cheguei em casa, subi direto para meu quarto afroxando a gravata mais eu estava sem sucesso hoje, assim que eu cheguei na porta do meu quarto, Klara estava saindo do seu, a olhei por um tempo ela estava séria seus olhos verdes amarelados me olhavam com curiosidade, sei que fui um ogro com ela, mais ver os meus homens olhando para ela com desejo me deixou irritado que nem Ester me deixou a esse ponto. –Não consegue afroxar a gravata? Desse jeito vai se inforcar. Ela se aproximou de mim e desapertou a minha gravata, segurei sua cintura mais proxima a mim, ela terminou de tirar e fez mansão de sair de perto mais a segurei dessa vez apertando mais sua cintura ela gemeu pela força que eu a segurava. –Sera que pode me soltar, esta doendo Yusuf. Fiz de novo. Que merda. Soltei um pouco meu aperto, mais mantendo ela proxima a mim quando Ester me chama me obrigando a deixar Branca de neve ir, olhei para Ester e entrei no meu quarto para ir tomar banho, mais minha prima me pegou pelo braço, seu toque me queimou, mais não como costumava agora meu corpo respondia a uma certa morena de pele clara e labios vermelhos, olhei para os olhos de oceano de Ester. –Precisamos conversar Yusuh. –Posso primeiro tomar banho, depois conversamos. Disse ríspido. –Não, vamos conversar agora. Eu conheço perfeitamente essa teimosia, fechei meus punhos para controlar a minha raiva, eu não quero conversar nao agora, não quero brigar. –Depois Ester, depois. Fui sair para entrar em meu quarto, mudei a decoração para meu gosto, o sofa que tinha aqui não estava mais, fiz questao de colocar ele no quarto de Ester, combinava mais la do que aqui. –Não Yusuf vamos conversar agora, desde que eu voltei você vem me tratando de forma estranha, mais como primo e protetor do que como antes o que deu em você, foi essa menina? Quem é ela Yusuf. Não respondi, isso cabe a tia Luna contar não eu, ainda mais em um ato de raiva. –Você não esta namorando? Não deveria por sua honra em risco, vindo ao quarto de seu primo para isso. Sei sua intenção Ester, melhor acabar por aqui o que nunca tivemos ok, não meta a Branca de neve no meio, Kiamuglüm não tem nada haver com a gente, foi fatalidade e eu não poderia deixar ela desamparada, não viaja. –A maneira como segurou na cintura dela é mesmo de alguém sendo bem amparada. Diz com desdem. –Olha vai com seu namorado inglês vai, me erra prima. Olha to sem paciência, o que nunca existiu entre a gente não vai existir, me erra Ester, melhor assim acabou o que nem começamos. Assim deixei ela sozinha no escritório, tranquei a porta do meu quarto soquei tudo que vi pela frente, controlando minha respiração fui para meu banheiro, liguei o chuveiro e tomei meu banho. Depois de estar relaxado ou tentar, estava sem camisa, não estou a fim de sair para comer, também não quero ver ninguém tão cedo. Até que um toque suave bate na porta, secando meu cabelo abro achando que é Adalet, mais assim que eu abro vejo os pares de olhos que me assombram, me deixam confuso e estranho. –Adalet me pediu para vir te chamar para jantar. Me diz ja se virando para sair mais ela pisa em falso a seguro colando seu corpo no meu, parece que nesses dois dias estou gostando de colar ela em mim, cada oportunidade mais que p***a Yusuf. Ela poi sua mão em meu peito e a outra segura meu braço. –Obrigada por me segurar. Diz olhando para o lado, a colando mais em mim fazendo com que ambos solte um suspiro, procuro seu olhar mais ela insiste em olhar qualquer coisa menos para mim. Pego seu queixo a obrigando olhar para mim. –Se não fosse tão descuidada não precisaria eu estar te amparando toda hora. Ela me olha incrédula e me empurra. –Você se acha né Kirimli, não passa de um ogro mesmo. Ela me fuzila com seus lindos olhos faiscando, mais assim que ela se vira para sair, ela desmaia, que droga. A peguei em meus braços, será que ela tomou os remédios? Pensei em sair com ela para levar ela em seu quarto porém parei no meio do caminho a colocando deitada em meu quarto, tiro seu cabelo que grudava em sua boca, dei um beijo em sua testa e saí chamar Adalet, era claro que não cuidaram dela direito, que p***a. –ADALETTTTTTT, CENGERRRRRR. Assim os dois apareceram assustados nunca gritei assim com eles. –Pequeno senhor o que houve? –Klara desmaiou, ela tomou os medicamentos? Olhei para ambos, minha tia havia saido com meu tio Nedim, logo Ester saiu arrumada falava animada no telefone, a ignorei mais não antes de dizer que iria com um dos seguranças, sendo filha de quem era, não poderia sair sem proteção. –Yusuf ela tomou todos os medicamentos, ja não é a primeira vez que desmaia hoje, ela teve uma crise nervosa quando viu Gean em sua frente. Interroguei ele mais não disse nada. O que Gean fez para a minha Branca de Neve. Subi para meu quarto. –Adalet leve o meu jantar e o da Klara para meu quarto. Ela apenas acentiu e saiu com Cenger, esperarei Klara acordar e vou saber dessa história. Se eu não gostar do que eu ouvir Gean que se prepare. Assim que entrei Klara estava com a mão em sua cabeça, me aproximei dela. –Você está bem? –O ogro tem coração? Diz debochada. –Hahaha muito engraçado, o que você sente? Perguntei ignorando seu tom de deboche. –Dor na cabeça, acho que onde eu bati. Levantei indo para seu quarto pegar os medicamentos dela. Mais cedo mandei um dos seguranças de minha confiança pegar as roupas dela no endereço que ela me deu. Ela usava um vestido preto com flores vermelhas que destacavam sua pele clara. Assim que nosso jantar chegou ela tonou os remédios e fez mansão para levantar, mais tonteou novamente. –Vai ficar aqui, sem condições de ir para seu quarto. –Chega Yusuf você não manda em mim, Cenger pode me ajudar? Olhei para Cenger dando minha sentença, ele aquieceu. –É melhor ficar aqui hoje senhorita por que pode passar mau. Ela bufou se ajeitando na cama. Cenger saiu. E Adalet lhe trouxe a roupa de dormir. –Adalet pode me ajudar a me vestir, tenho medo de cair. Quando Adalet iria ajudar ela eu fiz ela parar, Klara me olhou e Adalet entendeu. —PERDEU A CABEÇA POCOIO. –Ela gritou comigo? Ah mais não vai ficar assim, levei ela para o banheiro, que não se mexeu para se trocar. –Nao vou me trocar em quanto não sair seu tarado. Ao ouvir aquilo foi a gota da agua para mim, fui até ela que se encolheu e se segurou na parede. –Ou vai colocar esse pijama por bem ou por mau escolhe. –Você não se atreveria a me tocar seu ogro. –Escuta aqui sua menina mimada, vai ser por bem ou por mau, anda nao tenho a noite toda ou tenho? Ela cruzou os braços em sua frente se recusando. Mais que p***a o que é que tem quantas vezes Ester se trocou em minha frente sem problemas, o que ela teme tanto? Comecei a perder a paciência e fui até ela e eu mesmo comecei a tirar seu vestido, assim que ele se desprendeu do corpo dela, ela tentou se esconder, ela estava apenas de calcinha, terminei de diminuir a nossa distância, coloquei o cabelo dela para trás e sussurrei em seu ouvido. –Por que você me deixa assim? Agir como um ogro? —Mordisquei sua orelha, ela se arrepiou trazendo mais seu corpo para mim, beijei o seu ombro mordendo em seguida. Ela gemia timidamente em meu ouvido, minha mão foi ousada e brincava com o bico do seio dela deixando ele impinado, estou causando prazer nela eu sei que estou, assim continuo brincando até que sinto ela vacilar procurando apoio. Coloquei ela sentada na pia, ela colocou entrelaçada suas pernas em minha cintura. Olhei para ela que estava com seu cabelo levemente em seu rosto, eu a olhava procurando um sinal. –Me beija ogro. —Disse com a voz levemente rouca. Eu estava me segurando até agora a beijei procurando saber seu gosto, ela estava com o halito fresco de menta, a beijei como se eu dependesse disso, como seu eu precisasse daquilo e de tudo que envolvia ela. Senti na mesma hora meu m****o duro, duro por ela, querendo apenas ela. Branca de neve me arranhava tirando gemidos de minha boca no meio de nosso beijo. A preensei mais em mim até que começou a rebolar na minha ereção fazendo eu perder a sanidade e atomar ali no meu banheiro. –Gostosa para c*****o. —Eu rompi sua proteção a fazendo esconder o rosto em meu ombro, percebi que ela era virgem, a tomei para mim, a tornei minha agora já não teria mais volta, apenas minha obsessão, ninguém a tirara de mim ninguém. Acariciei seu cabelo acalmando sua respiração, assim que ela começou a se mexer, começei a investir fazendo ela gemer mais e mais, seus gemidos são como musica para mim, pela primeira vez me senti preenchido e realizado. –Yusuf o que está acontecendo? Ela se contorcia mais a cada investida, sei que ela estava gozando. Beijei sua testa e depois sua boca. –Esta gozando bebê, lindamente. Assim que ela explodiu eu explodi em seguida, sai de dentro dela, a peguei no colo e a coloquei comigo em baixo do chuveiro, ela apoiou a cabeça em meu peito, assim que terminamos a vesti com uma camisola, p**a que pariu. –Você é tão gostosa minha Branca de neve. Tao linda. Ela sorriu se aconchegando mais em mim percebi que ela havia dormido, acariciando seu cabelo sentindo seu cheiro de maracuja e chocolate dormi.
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