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Isadora Alguns dias após a fuga… — Oi! Bom dia, Pingo de gente! — digo me esticando preguiçosamente em cima da cama e sorrio, encarando o teto. Levo uma mão ao meu ventre ainda plano e suspiro contando até três. Assim que termino minha contagem pulo para fora da cama para ir ao banheiro diretamente para o vaso sanitário que já está com a tampa erguida para a primeira reação do dia do meu bebê. — Nossa, você bem que podia pegar leve com a sua mamãe aqui! — ralho, me preparando para a próxima rajada de vômito e como sempre me sinto enfraquecida, e me apoio ali mesmo aguardando que as minhas forças retornem. — Até quando vai ser malcriado assim, bebê? A mamãe precisa de uma trégua — resmungo e sorrio em meio a minha agonia. Minutos depois, estou renovada e saindo de debaixo do chuveiro. Me

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