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Isadora Não há muito o que fazer aqui na mansão D’angelo. Sempre que volto da casa da minha mãe me perco nesse imenso lugar ou fico presa a essa biblioteca, ou até mesmo curto um pouco a piscina. Às vezes opto por dormir a tarde quase inteira. Por esse motivo, decidi voltar com as minhas corridas matinais. Dessa vez acompanhada pelo brutamontes do meu segurança e não pensem que estou fazendo isto fora da propriedade, porque isso aqui é tão grande que parece não ter fim. Como agora que estou voltando de mais uma corrida e quando chego do meu exercício subo as escadas correndo, e vou direto para o banheiro. Para a minha surpresa escuto o som do chuveiro ligado e noto a porta está entreaberta. Curiosa, aproximo-me lentamente e tenho o vislumbre do corpo molhado de Heitor. Ele está de costas

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