3° dia após o desaparecimento. O assassino limpa a espada ensanguentada na camisa de um dos vários soldados caídos no chão, antes de enfia-la na bainha que pende em sua cintura e ir checar as Celas. Há alguns prisioneiros trancados dentro dos quartos sujos e fedidos, mas nenhum deles é quem ele está procurando. Todos são prisioneiros de guerra, escravos fugitivos ou pensadores que escrevem livremente contra a atual monarquia, provavelmente. O garoto loiro os observa por alguns segundos, antes de mover seu olhar para o corpo mais próximo de seus pés. Há um chaveiro grande repleto de chaves preso à calça do cadáver. O assassino se abaixa e o arranca rapidamente, antes de lhe jogar entre as barras de uma das celas. — o-obrigado...— um dos prisioneiros gagueja com a voz falhando devido

