ÂNGELO. Não fiz questão de entrar sorrateiramente na próxima construção. As paredes feitas de pedra são antigas e grossas, de modo com que musgos e líquens possam se proliferar livremente entre as rochas úmidas. Os dois primeiros guardas não recuam ao me ver, apesar do boato de que cada um dos fortes estejam sendo atacados tenham se espalhado no reino. Ambos empunham espadas longas, o que me dá a vantagem da velocidade apesar do cansaço que toma conta do meu corpo. O primeiro a atacar é um cara barbudo, que pretendia me partir ao meio se levar em conta o tanto de força que colocou no golpe, mas desvio facilmente e ataco na primeira oportunidade. A última coisa que ele vê é minha lâmina sendo enfiada no seu olho esquerdo, indo até o cérebro. O cara está morto antes que sequer desabe

