ᴀʀᴛʜᴜʀ Sabrina já tinha arrumado suas malas, levamos pro meu carro e Sabrina já começou a reclamar da vida. — Não sei por que tenho que voltar — reclama pela décima vez. — Não sei por que tenho que te aturar. Podemos deixar ela por aqui mesmo na estrada, vai nem fazer falta — falo. — Vou sentir saudades alguma de você, Arthur. Não sei como Priscila consegue. — Por que sempre que brigam, tem que me envolver no meio? — Por que você é prima dela. — Por que você infelizmente é o amor da vida dele. — Mané amor — vira no banco do passageiro. — Vocês não cansam de gritar? — Wesley reclama. — Tá no meu carro e vai continuar me escutando gritar. Não satisfeito, te jogo na estrada junto com a sua amada — brinco. — Já foi se fuder hoje, Arthur? — Priscila ainda não nos fez esse favor — Sa

