A visão familiar da longa entrada de paralelepípedos nos cumprimenta enquanto Alexandro sobe e se dirige para nossa casa.
Finalmente o carro para e eu me arrasto para fora do carro.
Todo o percurso daqui até o hospital foi no completo e absoluto silêncio, exceto pelas poucas perguntas que eu fiz para ele aqui e ali e as respostas ainda menos formuladas do que as perguntas que eu fiz.
Por sorte, o silêncio parecia ser um bom presságio a meu favor e agora, enquanto subo as escadas, o plano está bem formulado na minha cabeça.
Segurando a minha mala com mais força na mão, posso sentir Alexandro vindo atrás de mim enquanto o calor irradia dele para mim.
Uma mão quente agarra a mesma ao redor da minha mala e a puxa gentilmente.
— Deixe-me levar. Ele diz e depois de um pouco de hesitação eu entrego a ele minha mala.
Com a chave na mão, abro a porta e não muito depois de um fechamento suave e patas correndo cumprimentam os meus ouvidos e muito em breve, Pixie, o nosso adorável cachorrinho se lança sobre mim.
Estendendo a mão, eu a agarro e abraço a massa latindo de alegria para mim. — Quem é um bom cachorrinho? Eu arrulho com a voz de um bebê.
Pixie responde latindo e tentando lamber o meu rosto. O baque das malas caindo no chão ecoa pela casa.
— Tenho que fazer uma ligação e depois levo as malas para cima, ok? Ele pergunta antes de dar um beijo na minha bochecha, bagunçando o pelo da pixie, e então indo em direção ao seu escritório sem esperar por uma resposta minha.
Eu coloco Pixie no chão e me certifico de que ela tenha comida e água suficientes antes de ir para o nosso quarto.
Os meus pensamentos voltam para aquele apartamento pitoresco que eu tinha e como era incrivelmente aconchegante.
Claro, Alexandro me pediu para ficar na sua casa por alguns meses após o nosso noivado.
Balançando a cabeça, volto ao presente e entro no closet.
Me olhando no espelho, no meu vestido estampado de flores e depois nas gavetas que continham todo tipo de lingerie reveladora.
Bem, quando você quer alguma coisa, você faz o máximo, certo?
Reajustando o roupão, certifico-me de que cada parte de mim está coberta, mas o e******o tecido de seda continua escorregando.
Gemendo de aborrecimento, prendo-o firmemente no lugar antes de entrar no escritório de Alexandro.
Vejo Alexandro sentado na sua cadeira, paro na porta e sorrio.
Ele sorri de volta para mim antes de limpar a garganta e levantar a mão para mim, fazendo sinal para eu esperar.
Em vez de esperar na porta, vou até a sua mesa e ocupo uma das cadeiras vazias à sua frente.
— Apenas certifique-se de obter alguma pista sobre o que eu lhe disse. Quero um relatório de tudo na minha mesa amanhã.
Entendido?
Bem, isso foi vago.
Alexandro aparentemente na minha companhia interrompe a ligação e olha para mim.
— Sim?
— Sim? O que? Eu digo olhando para ele com os olhos estreitados.
— Eu pensei que tinha dito a você que estava fazendo uma ligação. Ele diz sem rodeios, levantando uma sobrancelha quase zombeteiramente.
— O que está acontecendo?
— O que sobre o quê? Ele pergunta, agora confuso.
Levantando-me lentamente, ando até o outro lado da sua mesa, onde ele está sentado.
— Por que você tem estado tão distante ultimamente? Eu digo para ir direto para a ofensiva.
Alexandro vê claramente onde quero chegar quando sua mandíbula aperta e os seus olhos escurecem.
— Nada que te preocupe relativamente, amor. Ele tenta dizer num tom indiferente.
— De verdade? Eu respondi movendo-me ainda mais perto dele, pairando sobre ele enquanto ele se sentava.
— Hum. É tudo o que ele consegue dizer.
— Talvez eu possa arrancar de você. Digo de uma forma que espero ser sedutora.
Provavelmente saiu como se eu estivesse constipada, penso comigo mesmo, quase me encolhendo.
— E como você faria isso?
Os meus ouvidos estão me enganando ou a voz dele soou mais áspera do que antes?
Sem dar a ele uma resposta ou uma resposta verbal, eu puxo frouxamente o nó que eu amarrei antes que mantém o meu roupão fechado.
O roupão de seda prateado cai no chão e se transforma num biquíni vermelho incrivelmente indisciplinado que m*al fez o seu trabalho de encobrir a mercadoria.
— Você está disposto a me dizer algo agora? Pergunto com uma voz sedutora.
Alexandro apenas faz um barulho estranho com o fundo da garganta e se aproxima de mim.
Recuando bem a tempo, me afasto dele e vou para trás da sua cadeira. Alexandro se senta ereto como uma vara e acena para me aproximar.
Eu me movo para trás da sua cadeira, inclino-me e mordo suavemente o seu lóbulo da orelha antes de colocar um beijo casto na sua mandíbula cerrada.
Colocando a minha mão nos seus ombros, deixei ele vagar por sua própria vontade enquanto eu passo a mão pelo seu peito imóvel, infelizmente, vestido.
Um gemido sobe da sua garganta enquanto me inclino ainda mais para que as minhas mãos possam vagar ainda mais livremente.
Assim que Alexandro começa a relaxar ao meu toque, saio de trás dele.
O seu gemido de aborrecimento é muito satisfatório para mim.
Caminhando para trás na frente dele, vejo os seus olhos selvagens correndo para cima e para baixo no meu corpo com desejo faminto.
Vendo a sua reação, deixei um sorriso deslizar no meu rosto.
Tomando o meu doce tempo, eu corro o meu dedo sobre o seu rosto esculpido, aproveitando os leves calafrios que o percorrem antes de montá-lo.
Colocando-me no seu colo, o seu não tão pequeno amigo me cumprimenta alegremente enquanto se levanta em minha homenagem.
— Talvez agora você possa me dizer algo, certo? Eu pergunto, inclinando a minha cabeça para o lado e agitando os meus cílios um pouco.
Não exagere pelo amor de Deus.
— Talvez. Ele murmura, os seus olhos não olhando perto do meu rosto. Inclinando-me, posiciono-me de modo a tocar cada parte do seu corpo.
Os seus braços trabalham ao redor das minhas costas, mas eu rapidamente me afasto.
Confusão enche os seus olhos enquanto ele olha para mim interrogativamente.
— Não, não, não. Você não faz nada amor, esta noite eu estou no comando.
Eu me inclino, salpicando beijos na sua mandíbula e traçando-os por todo o pescoço, beliscando e mordendo no processo, com certeza deixarei uma marca.
Arrastando as minhas mãos até o seu peito mais uma vez, agarro a bainha da sua camisa antes de levantá-la sobre a sua cabeça e jogá-la sobre a mesa atrás de mim.