Fui acordada com embrulhos no estômago, foi então que percebi que não tinha dado tempo de colocar pra fora todo álcool que eu tinha ingerido na noite anterior. Antes que pudesse pensar, já estava vomitando em um balde que deve ter sido colocado lá nesse intuito. Ainda desorientada, vejo Antônio sentado do lado de fora brincando com dois bonecos na mão e exibo um sorriso. A presença dele me fazia um bem danado; notei que ele não estava mais de t**a olho e que o roxo já havia saído e me aliviei. Olhei para o relógio pendurado na parede, ainda eram dez da manhã. Quando mamãe apareceu, ela já estava com sua roupa de enfermeira. — Já estou tendo que trabalhar. — Afirmou. — Você vai levar alta próximo ao horário que eu estou saindo, então vamos juntas para casa, tudo bem? Eu confirmei. — Vou

