Rafael a ergueu pela cintura, colocou sentada sobre a mesa que havia naquele camarim, em seguida se encaixou entre as pernas dela. — se pudesse te faria minha aqui mesmo. — amor, não podemos, alguém pode entrar aqui. — ela sussurrou. — uma pena, estou cheio de vontade. — Rafael baixou as alças do vestido dela, admirou os s***s, em seguida chupou um e o outro ele acariciou. — Rafael, preciso terminar de me aprontar, o desfile já vai começar. — ela disse quase em um gemido, ele parou de sugar o seio dela e partiu para os lábios, onde descarregou um beijo sedento de amor e fogo, ao fim, ele a olhou nos olhos, então a viu sorrir. — dejavu. — ele sorriu, em seguida disse. — a uns anos atrás aconteceu o mesmo, uma vez disse que jamais ia me cansar do nosso amor ou de você, e o desejo entre

