Me virei na cama e encarei o rosto dele adormecido, deslizando meus dedos por seu peito. Finalmente tínhamos paz e tranquilidade, nada mais estava no nosso caminho, não havia ninguém querendo nos matar e finalmente podíamos respirar aliviados. Nossa menininha estava bem e crescendo mais a cada dia. Alejandro quase tinha enfartado quando descobriu que era uma menina, pois todos decidiram dizer o quanto ele ia sofrer em manter todos os garotos longe dela, especialmente Patrick e Luke. — Bom dia, Barbiezina. — a voz rouca dele me tirou dos meus pensamentos, me fazendo encarar os olhos verdes enigmáticos mesmo que ele estivesse sonolento. — Bom dia noivinho. — respondi agarrando o corpo dele me aproximando ainda mais. — Tem que parar de me chamar pelo diminutivo! — ele se virou enfiando o

