Enquanto eu gritava aos prantos, a coisa se aproximava cada vez mais, me fazendo sentir um medo extremo e um alerta de perigo máximo. Me virei ao ouvir outro barulho, mas, infelizmente, não enxergava quase nada, estava tudo escuro. O que me perseguia estava perto o suficiente para que eu sentisse uma lufada de ar quente no pescoço. Ele me cheirava... e rosnava ao mesmo tempo. Eu não conseguia me virar para ver o que era. Estava totalmente travada, caída de cara no chão. Então, lembrei de quando saí correndo de casa ao descobrir que meus pais tinham morrido. Eu caí exatamente do mesmo jeito, com a diferença de que, naquele dia, um moço bonito veio ao meu socorro e me tirou do chão. Não lembro muito bem do rosto dele, mas aquele gesto me aqueceu por dentro. Senti algo diferente, sem conseg

