Isabel Eu ainda estava parada, olhando para a mulher, fitando o desespero dela. Eu me via ali, era que como se ela tivesse se apossado daquela minha dor de ter perdido a Aurória e se permitisse sofrer por encontrar a escrava que ela ainda chamava de princesa, de minha menininha, naquele estado deprimente Imagina, a menina sempre se apresentou nos conformes, trajada da mais alta soberania, usava os melhores adereços e cuidava da pele como se aquilo dependesse a sua vida. O seu choro era comovente A menina ainda estava desfalecida em consequência dos atos abomináveis do povo, mas, eu ainda agradecia por aquelas mulheres nos permitirem oferecer um pouco de ajuda, nem que, após isso, a princesa escrava ficasse são o suficiente para voltar aos seus afazeres e, na verdade, eu também estava ex

