— Ele… É… É… — Ela tentou falar, mas não conseguiu, porque ela começou a tossir sem parar e sangue saiu de sua boca como se fosse água, não a deixando respirar e a sua boca já estava ficando roxa. — NÁDIA? NÁDIA? — Gritei assustada, voltando a chorar ao ver que Luanda havia desmaiado. — Ela está morrendo? — O ministro se levantou e colocou Luanda de lado. — É para ela não se sufocar com seu próprio sangue. — Ele explicou sendo substituído pelos paramédicos que rapidamente fez os primeiros socorros, enquanto Nádia os instruía. — Mulher, vinte e cinco anos, perdeu a consciência a pouco, vários hematomas pelo corpo, indícios de violência s****l e múltiplas cicatrizes m*l curadas espalhadas pelo corpo. — Nádia falava tão rápido que estava sendo difícil acompanhar o que ela dizia. — É possív

