— Luíza! — sinto meu sangue fugir do rosto, entrando apressado em seu quarto, com meus olhos arregalados. Me ajoelho ao seu lado, encosto meu rosto no seu para sentir sua respiração. Ela respira muito devagar e não consigo sentir seus batimentos cardíacos, além de seu corpo estar muito frio, quase gelado. Tomo Luíza nos braços e a deito em sua cama, tanto eu quanto Isabela tentamos acordá-la, mas sem êxito. Ligo para o médico e digo o que aconteceu… quero dizer, falo a parte que ela tomou uma garrafa inteira de conhaque, e que agora está apagada, m.a.l respirando e ficando cada vez mais gelada. — Enrole ela num cobertor e traga-a para o hospital. Estou de plantão, mas de qualquer forma, temos que fazer uma lavagem estomacal e aplicar alguns medicamentos. Raphael, venha o mais rápido que

