Isabela deixa as fichas discretamente em meu escritório, enquanto estou almoçando com Luíza e, só depois disso, se junta a nós na sala de jantar. — Que bom te ver, Isabela. — Luíza dá um sorriso sincero, mas triste para ela. — Você está bem? — Eu estou bem mas... e você? Quer conversar um pouco comigo? De menina para menina? — ela dá um sorriso para Luíza. — Papai disse que eu tenho que crescer... — Luíza abaixa a cabeça com os olhos cheios de lágrimas. — De mulher para mulher, então? Ao ouvir isso, Luíza coloca as duas mãos no rosto e começa a chorar compulsivamente. — Hei? — eu me levanto e a abraço. — Você não tem que ser uma mulher na minha casa, Lu... — ela me abraça, afundando o rosto em meu pei.to e continua a chorar. — Vocês sempre disseram que era para eu crescer no

