Extra: Jimin

2990 Words
Quando o Tae e eu começamos a namorar eu ia fazer 17 anos ainda e ele tinha 3 anos a mais. Por isso ele ligou para os meus pais, marcou um jantar e se apresentou devidamente, pedindo permissão para que o nosso relacionamento seguisse em frente. Contou todas as suas intenções comigo e prometeu ser respeitoso. Só que eu nunca saí com outro antes dele, sendo assim, Taehyung era o meu primeiro amor e o meu primeiro namorado. O que me fazia pensar bastante na nossa primeira vez juntos, mas ele sempre me pedia para ser paciente e esperar o meu 18º aniversário. Eu já não tinha mais paciência para isso. Honestamente, eu andava bem aborrecido, eu já tinha passado da frustração há muito tempo. Eu ainda me lembrava de quando o Jungkook me puxou para um canto na escola, em um certo dia. Ele estava um pouco descabelado, seus cabelos e pele estavam meio úmidos de suor e sua expressão era um pouco diferente do normal. Eu nem sabia explicar direito. O seu sorriso era suspeito e cada traço do seu rosto mostrava uma nova feição que eu estava prestes a entender. Ele disse que queria me contar uma grande novidade e o que ele disse foi: — Eu transei. — cochichou com o sorriso se empolgando rapidamente. — O que? Ah, Jungkook, mas que p***a! — bati no seu braço, descarregando um pouco da minha frustração e depois cruzei os braços. — Quem foi? E aí Jungkook me contou cada detalhe. Ele estava completamente e******o em relembrar e eu estava morrendo de inveja. Como era possível que Jungkook que nem estava namorando tinha conseguido t*****r com um hyung do último ano e eu que já estava namorando com o Taehyung há meses ainda não tinha conseguido nem uma carícia um pouco ousada? Eu ia ficar feliz em ao menos de tirar uma casquinha do meu namorado, mas parecia impossível e eu já estava cansado de parar nossos beijos sempre que o clima esquentava. — Acabou o meu turno. — Taehyung disse e me abraçou por trás, agarrando a minha cintura com o seu queixo apoiado em meu ombro. — Vou te deixar em casa. Eu estava do seu lado do balcão, a boate estava vazia, exceto pelos funcionários que terminavam de organizar tudo para fechar. — Porque não me leva para a sua? — acariciei os seus cabelos, sentindo ele roçar os lábios na minha nuca. — Já passou da meia-noite, Tae. Não está esquecendo de nada? Ele riu na minha orelha e só isso me fez arrepiar inteiro. — Claro que eu não esqueci, amor, parabéns. — me mordeu. — Aposto que está louco para ir comemorar seu aniversário. Foi por isso que veio aqui, né? Me virei para ele e acariciei o seu rosto. Sua voz era sexy pra p***a e quando ele ficava falando tão perto da minha orelha já era um baita estímulo. — Eu quero ir para sua casa agora. — fui direto ao ponto. Ataquei os seus lábios e apertei a sua nuca, lhe dando um beijo ardente. Eu tinha dois anos de t***o acumulado e hoje Taehyungie ia me pagar toda a vontade que tinha me feito passar com juros! O problema não era que eu não aguentava mais ser virgem, era que eu não aguentava mais não poder tocá-lo. — Ah! — soltei um gritinho surpreso. Ele tinha me agarrado pelas coxas e me levantado, me colocando sobre o balcão. O encarei e******o. Deixando os meus lábios carnudos mais relaxados. Eu sabia que ele gostava da minha boca e, para finalizar minha provocação, eu mordi o lábio inferior lhe lançando um olhar dissimulado, enquanto abria as minhas pernas, prendendo-as na sua cintura. O puxei para mim, deslizei a mão por seu peito e ele passou a sua palma pela minha b***a. Encostei a boca na sua orelha e gemi baixinho, pedindo para que ele me segurasse mais forte. Eu até já sentia o seu p*u começar a dar sinais e não queria acabar com o contato mais próximo que já tinha tido com aquela região, em anos. Taehyung era muito fácil de excitar, mas ele tinha um autocontrole muito grande também. Nesses dois anos, o mínimo que eu fazia lhe provocava uma ereção. No entanto, ele sempre dava um jeito de desperdiçá-la e mesmo assim eu não desistia, continuava fazendo tudo o que eu sabia que o deixava louquinho por mim. Às vezes eu ficava satisfeito só de saber que ele se tocava pensando em todas as provocações que eu lhe fazia. Desde o deslizar de dedos mais sutis que eu fazia por meu corpo, até às vezes que eu movia minha b***a estrategicamente para chamar a sua atenção ou quando chupava um pirulito na sua frente e também quando eu saia do banheiro sem toalha, para que ele flagrasse a minha nudez. — Eu quero você de presente. — mordi a sua orelha e ele me encarou pensativo. Ele apertou os meus cabelos e os puxou para trás, atacando o meu pescoço. Gemi, imaginando que seu beijo devia ter deixado uma marca enorme. Taehyung pressionava seus quadris contra os meus, se mostrando tão e******o quanto eu mesmo. Eu sabia que não era o único que queria tanto isso. Apertei a sua cintura e depois de uma troca de olhares que podia soltar faíscas, voltamos a nos beijar. Puta merda, eu estava no paraíso. Era a primeira vez que a gente tinha um beijo quente sem interrupção e eu sentia direitinho a espessura do seu p*u roçando no meu e o quão empolgado ele estava. O encarei, ofegante. Eu estava em dúvida entre continuar aquele amasso gostoso um pouco mais ou ir logo para a casa dele pra gente poder continuar sem as nossas roupas. Ele segurou o meu rosto, esfregando seu polegar nas minhas bochechas e me fazendo derreter só com o seu olhar. Me arrepiei e quando ele ia me beijar um pouco mais um dos funcionários remanescentes chamou a nossa atenção. — Taehyung-ah, já vamos fechar tudo e você ainda está no trabalho. Leve o seu namorado para sua casa, se querem t*****r. — Desculpe, noona, estamos indo. — gritou de volta, me puxando do balcão e olhando só para mim, ele continuou: — Mas não vamos para minha casa hoje. — falou decidido e agarrou a minha mão, me puxando para fora. Eu não sabia o que tinha feito de errado, mas eu estava frustrado, enquanto ele me arrastava para os fundos da boate, provavelmente indo para a outra saída. Quando atravessamos a porta eu realmente senti um enorme desânimo, porque eu não entendia mais que desculpas o meu namorado tinha para não f********o comigo. Ainda mais quando ele estava se mostrando tão empolgado agora há pouco, mas aí ele atravessou a rua e entrou em um dos enormes motéis que enchiam toda a avenida luminosa. O encarei animado de novo e o abracei, enquanto ele pedia por um quarto, nos entregaram logo um cartão-chave e assim que a porta abriu, Taehyung me agarrou e retomou aqueles novos beijos ardentes que podíamos experimentar, sem se conter mais. — Eu não ia aguentar até em casa. Você sabe que eu também quero muito isso e, p**a merda, você não economizou em provocações nesses dois anos! Você dificultou pra c*****o a minha vida, Jiminie! — Custava ter cedido um pouco? — o acusei. — Por mais simples que fosse a carícia, querido, ia dar no mesmo. Espera aqui, eu vou tomar um banho — disse mordendo o meu lábio. — e você vai ver como valeu a pena esperar. Taehyung foi para o banheiro, me deixando um pouco ansioso. Ficar sozinho naquele ambiente que gritava "sexo" para todos os lados começava a me deixar nervoso. Afinal, ele tinha bastante experiência e era a minha primeira vez. Mesmo ele sabendo disso e me amando, se fosse muito r**m e ele nem conseguisse disfarçar? Eu não estava pronto para ver a sua cara de decepção. Me levantei e tirei as minhas roupas. Peguei um roupão de banho eo vesti, invadindo o banheiro. Taehyung estava no chuveiro e só de vê-lo comecei a ter uma ereção, já que era a primeira vez que o via nu e eu que achava que ele não podia ficar ainda mais lindo diante dos meus olhos, percebi o erro. Tirei o roupão e invadi o box, ele estava se molhando embaixo da água morna, o abracei por trás e beijei o seu ombro. Taehyung arrepiou-se e gemeu baixo com sua voz grave. Mordi o seu ombro e deslizei as mãos pelo seu peito. — Você é tão impaciente, Jiminie. — falou com um tom doce. — Eu só vim tomar banho também, estou suado. — respondi, enquanto esfregava os seus m*****s. Ele empinou a sua b***a pra mim e a esfregou contra a minha ereção que ganhava mais rigidez. Apertei o seu corpo e gemi. Meu p*u se encaixou direitinho entre as suas nádegas cheias e Taehyung maliciosamente resmungou um "sei" e virou-se para mim. Ele me abraçou, logo encostando a sua boca na minha. Eu estava adorando sentir a sua pele tocando na minha, enquanto ele me beijava lentamente. Era a primeira vez que a gente permitia que nossos desejos tomassem forma e eu estava tão animado, mas para o meu namorado dois anos de provocação não parecia tortura demais, por isso ele me afastou. — Termina o seu banho. Eu já estou saindo. — Ai, Tae, não faz isso comigo, por favor. — supliquei e agarrei a sua mão. O empurrei contra a parede e o prendi com o meu corpo. Fechei a água e voltei a beijá-lo, enquanto os nossos corpos molhados se esfregavam, principalmente os nossos baixos-ventres. Segurei a sua mão e a coloquei em meu m****o, o encarei suplicante. — Me toca, Taehyung. Ele atendeu o meu pedido e como Taehyung tinha a mão grande, ele conseguiu segurar bem a nós dois e eu apertei o meu punho contra a parede, gemendo. Ataquei o seu pescoço e ombros, deixando algumas marcas que aos poucos iam se tornando mais escuras. Passei a mão pela sua b***a e depois de apalpar um pouco um desejo que eu tinha há um bom tempo me dominou. Dei-lhe uma palmada fraca e Taehyung me encarou surpreso. Eu já estava no meu limite, eu queria tirar Taehyung dali e levá-lo para a cama grande que nos esperava no quarto. Só que eu também não queria ser apressado e estragar tudo. Eu queria que ele se sentisse tão bem quanto eu iria. Esfreguei os meus lábios por sua pele, me abaixando lentamente. Chupei os seus m*****s e marquei a sua barriga magra, dava pra sentir seus músculos tremerem. Quando fiquei totalmente de joelhos diante dele, eu lambi a sua virilha e ele deixou um gemido alto escapar. Taehyung agarrou os meus cabelos e me encarou com lascívia, passando a língua pelos lábios. — Vai em frente, Jimin, me chupa. Deixa eu f***r a sua boquinha. Abri a minha boca e o deixei meter o seu p*u dentro dela. O engoli todo e chupei, esfregando a minha língua. Eu não sabia bem o que devia fazer, eu nunca tinha feito ou recebido um boquete na vida. Rocei os dedos de leve em sua entrada e suas pernas tremeram. Seu p*u deslizava para dentro e para fora da minha boca, fazendo a saliva escorrer por ele todo junto ao seu pré-g**o. Taehyung se tirou da minha boca e apertou os meus cabelos, tendo todo o controle da minha cabeça e, por algum motivo, ele bateu com o seu p*u no meu rosto e eu gostei disso. Gostei ainda mais de ver como aquilo o excitava. — Eu quero gozar no seu rosto. — Vai em frente. — o incentivei e pressionei meus dedos na sua entrada, fazendo menção de invadi-la. Taehyung tremeu, se masturbando e ele realmente esporrou tudo no meu rosto. Seu sêmen morno e denso escorreu pela minha bochecha e lábios, então, eu fiz questão de lambê-los e sentir pela primeira vez o gosto do seu g**o. Ele tocou o meu queixo e ergueu o meu rosto, logo ele o soltou e saiu do box, me olhando sempre como se quisesse me provocar. — Vamos, Jiminie, sou eu quem vai te fazer gozar agora. E aí ele sumiu do banheiro. Peguei o roupão apressado e o coloquei sem nem amarrar e voltei para o quarto. Quando cheguei lá, tive um tremor ao me deparar com o meu namorado deitado na cama com a sua b***a bem empinada para cima, enquanto sua mão saia pelo meio das suas pernas e esfregava a sua entrada pequena. Assim que ele me viu, meteu seus dedos dentro e gemeu manhoso. — Eu tenho feito isso há tanto tempo pensando no seu pau... — seus dedos se moveram rapidamente e ele rebolava, apertava os lençóis e chamava pelo meu nome. Corri até ele e segurei a sua b***a, a afastando mais. Ver os dedos dele deslizando pelo seu buraquinho era estimulante, ainda mais quando ele os apertava de repente e gemia mais manhoso. O apertei com força e o lambi, Taehyung retirou seus dedos e deixou que somente a minha língua o tocasse. Deixei o seu buraquinho todo molhado de saliva antes de enfiar a minha língua nele e a flexionar dentro, lhe causando tremores. Minha ereção já estava doendo, então, fiz uma leve carícia nela. Tirei minha língua da sua entrada, deixando um pouco de saliva escorrer para dentro dela, e subi na cama. Encaixei meu p*u na sua entrada e esfreguei a minha glande, melecando ainda mais o local. Passei meus dedos sobre a f***a rugosa, ajudando a espalhar mais toda aquela lubrificação. De repente, Taehyung me agarrou e me jogou na cama, subiu em cima de mim e sentou-se, rebolando na minha ereção. — Eu vou te ensinar como faz, Jiminie. — me encarou manhoso e segurou meu pênis. Aos poucos Taehyung foi sentando em cima de mim e deixando que minha ereção entrasse por completa dentro de si. Eu apertava as suas coxas, sentindo seu interior estreito me receber. — p***a. — xinguei. Me sentei, abraçando a sua cintura e ele começou a quicar devagar em cima do meu p*u. Cheirei a sua pele limpa e ataquei os seus m*****s. Meu coração estava batendo forte e eu me sentia muito e******o. Quando o meu namorado começou a aumentar o ritmo das suas reboladas eu jurei que ia gozar em menos de três minutos, mas o meu controle não era tão r**m. Eu me masturbava com muita frequência graças a ele e mesmo quando ele começou a falar como meu p*u era gostoso e como ele queria f***r comigo a noite toda, eu me mantive firme e ainda lhe dei uma mordida forte no mamilo. — I-isso dói... — reclamou, mas parecia que ele gostava, por isso o massageei com a língua. — Aqui. — pegou a minha mão. — Me bate de novo, mais forte dessa vez. Você quer, não é? Eu fico pensando que coisas pervertidas você ficava imaginando comigo, Jimin, toda vez que ia b*******a. Dei uma palmada forte na sua b***a e comecei a me mover junto com ele, lhe fodendo um pouco mais forte do que ele fazia sozinho. Encostei a boca na sua orelha e a chupei. — Você vai ter muito tempo para descobrir tudo, Taetae. — chupei o seu pescoço. — Eu vou realizar cada fantasia com você. — Eu quero. — me encarou animado e atacou os meus lábios. — Quero f***r de todos os jeitos que meu Jimin quiser. Ele gemeu alto e arranhou as minhas costas, encaixando nossas bocas em um beijo intenso que não durou muito, pois Taehyung saiu de cima de mim e sentou-se na cama com suas pernas abertas , apoiando as mãos no colchão macio. — Agora vem me mostrar como você fode. Ai, ele tinha coragem de pedir isso a um virgem? Mesmo assim eu fui. Passei os braços por baixo das suas coxas e sustentei seus quadris pela b***a. Ele apertou um pouco as pernas em volta do meu corpo e eu meti meu p*u de novo no seu interior, o fodendo com estocadas fortes, porém sem pressa. Ele franziu o cenho e abriu os lábios gemendo, enquanto se movia inquieto e agarrava minha nuca. — Eu quero mais forte, Jiminie... Isso, continua assim, hmmm... Eu estou gozando, me olha gozar. Taehyung jogou a cabeça para trás e libertou um gemido manhoso e agudo. Ele apertou as pernas em volta de mim e praticamente pulou em cima do meu p*u, desesperadamente. Seu m****o pulsou e sua glande escorreu liberando com grande pressão seu sêmen que pousou na sua barriga. Senti meu abdômen estremecer e um calor dominar o meu corpo. A sua b***a esmagava o meu p*u, praticamente exigindo o meu g**o. O fodi apressado e afundei o rosto na curva do seu pescoço, sentindo o seu cheiro, enquanto derramava minha p***a toda no seu interior. O soltei, ofegante, e ele deitou-se na cama com uma expressão de puro deleite. O abracei e Taehyung mexeu nos meus cabelos, roçando o rosto no meu ombro. Ele estava tão manhoso e aí ele disse: — Ah, a gente finalmente fez amor. Eu nem acredito. — deixou alguns beijinhos sobre a minha pele. — Foi maravilhoso, Jiminie. O encarei e roçamos nossos narizes, enquanto meus dedos acariciavam o seu rosto. — Foi sim. — o beijei de volta. — Eu te amo, Taetae. — Eu também te amo. Agora deita aqui e descansa. — me puxou para me acomodar bem na cama. — Eu quero fazer de novo. O encarei rindo, como se por algum momento eu tivesse sequer cogitado encerrar essa noite. Taehyung e eu estávamos indo para um outro nível em nosso amor e a gente ainda tinha muito a desfrutar.
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