Bastou entrarmos em seu quarto para Yoongi atacar:
— Você vai ter que me agradar muito hoje, Jungkook. — sentenciou, retirando suas roupas lentamente, enquanto andava em direção a cama.
Fui até ele apressado e agarrei a sua cintura, mordendo o seu pescoço. Ele arrepiou-se e empinou a sua b***a se esfregando em mim. Eu não fazia ideia de que Min Yoongi era um cara vingativo, até aquele momento, quando ele agarrou as minhas mãos e as prendeu em sua barriga, enquanto me instigava a roçar meu p*u nele. Ele gemia tão manhoso e eu já estava tão animado que simulava estocadas contra a sua b***a e quase grunhi na sua orelha. Eu estava louco para regravar meus beijos em sua pele agora intacta e seus gemidos estavam me excitando, pela falta que senti.
— Quer saber do que eu mais senti falta? — falou de repente. — Do seu p*u.
O apertei sentindo os efeitos da sua confissão e gemi em sua orelha. Virei Yoongi para mim e o beijei cheio de ardor. Minha língua preencheu sua boca, fazendo todo o meu corpo esquentar de uma vez.
— Do gosto dele... — continuou, interrompendo nosso beijo. — E de como ele me fazia gozar, quando você o enterrava bem fundo em mim.
Mordi o seu pescoço, pronto para empurrá-lo na cama e finalmente matarmos a saudade do corpo do outro. No entanto, Yoongi me afastou dizendo que ia tomar um banho primeiro. Eu tentei dizer que ele podia fazer isso depois, mas ele sorriu maliciosamente e disse que analisando a situação eu podia esperar um pouco mais e saiu do quarto.
Pareceu um inferno esperar cerca de dez minutos por ele. Eu fiquei sentado em sua cama tentando esquecer o quanto estava duro, mas acabei desistindo fácil. Minha ereção não dava trégua, então, abri o meu zíper e comecei a b*******a gemendo baixo. Bem como ele havia planejado sua vingança, eu tinha feito isso por quase uma semana inteira. Longe do Yoongi e ainda assim só me dava prazer pensando nele.
A porta do quarto se abriu e ele me encarou satisfeito. Eu não parei, vê-lo molhadinho e vestido apenas com uma peça de roupa só me incentivava a continuar. Encarei meu p*u e o encarei fazendo o convite, mas Yoongi disse que eu estava me saindo muito bem sozinho. Gemi chateado, pensando quando ele ia acabar de vez com aquela birra, e ele veio para junto de mim, agarrou os meus cabelos e os puxou, me encarando.
— Jungkook, você quer um encontro, não é? — agitei a minha cabeça de um jeito limitado, por causa da sua mão me prendendo. — Okay, eu quero usar a sua boca.
Isso não era nenhum sacrifício. Agarrei a sua b***a e o puxei para mim. Deitei ele na cama e puxei sua calça de moletom, sempre em preto, e apertei suas coxas finas. Yoongi não usava camisa e nem cueca. Segurei seu pênis e o masturbei, sem esquecer nenhuma parte sensível de seu corpo. Dei atenção aos seus m*****s até que ficassem inchados, eu gostava de vê-los assim e dos seus gemidos fracos quando eu os lambia ou mordia. Eu conseguia lembrar de cada vez que amei o seu corpo naquele quarto, no meu ou em qualquer outro lugar.
Lambi a sua barriga e em seguida esfreguei a língua na ponta de sua glande que jorrava fluído. Ele ergueu os seus quadris e apertou o lençol da cama. Depois de melecar meus dedos no seu líquido pré-seminal, deixei seu p*u todo entrar em minha boca e o chupei, enquanto enfiava o meu dedo no seu buraquinho apertado. Era impossível não ansiar pela hora em que eu ia poder fodê-lo.
— Jungkookie... Eu vou gozar. — gemeu depois de uns bons minutos se deleitando em meus lábios.
Tirei o meu dedo da sua entrada e esmaguei sua b***a, em seguida lhe dei uma palmada forte e ele arqueou seu corpo, gemendo alto e minha boca ficou cheia do seu prazer, que desceu pela minha garganta e me fez lamber os lábios ao encará-lo ofegante na cama.
— Pra onde você quer ir? — riu debochado.
— Surpresa.
— Okay, mas você sabe os horários do meu trabalho, né?
— Pode deixar, eu pensei em tudo.
Abracei o seu corpo. Eu pensava demais no bendito encontro e todas as coisas que ia conhecer do Yoongi para arriscar qualquer falha. Mas por aquela noite, eu amei seu corpo mais uma vez de todos os jeitos que ele gostava e só alguns dias depois Yoongi e eu tivemos mesmo nosso primeiro encontro e realmente tinha muita coisa sobre ele que eu não fazia ideia, nem mesmo o seu sobrenome, mas essas coisas estavam no passado e...
— c*****o. — xingou rouco, se sentando no meio da cama e me encarando com a cara amassada. — Que horas são, Jungkook?
Sorri, o encarando, achando graça de como o quadro vivo que eu imaginava ele formar se desmanchou com o seu despertar.
— Ainda é cedo. — informei da minha mesa, eu ainda não tinha parado de encará-lo dormir, enquanto divagava em lembranças.
— Mas eu tenho que trabalhar hoje ainda. — se espreguiçou.
— Eu tenho certeza que você não vai ser demitido. — ri presunçoso.
E ele me encarou aborrecido e revirou os seus lindos e felinos olhos entediados. É claro que eu não devia fazer essa piada. Eu sabia como essa história toda o preocupava.
— Eu não tenho os mesmos privilégios que um certo garoto mimado. — me acusou.
Yoongi levantou-se e desfilou nu pelo meu quarto, enquanto buscava por suas roupas espalhadas tanto pelo chão, quanto por cima dos móveis. Ele começou a se vestir no mesmo instante.
— Toma um banho, ao menos, eu te levo de carro.
— Você não pode dirigir ainda, Jungkook. — ele ainda se aborrecia quando se lembrava que eu tinha escondido minha idade.
— Okay, meu motorista nos leva. — me dei por vencido.
Ele se aproximou de mim, sem estar ainda completamente vestido, e sentou-se no meu colo. Yoongi tocou o meu rosto e sorriu doce. Encostou a boca na minha e deixou um beijo simples. Só que, por mais simples que fosse qualquer coisa que ele fizesse, os efeitos em mim eram intensos e, p**a merda, eu não sabia nem como evitar meu sorriso i****a. Eu estava completamente apaixonado por ele.
— Até a próxima, Jungkook.
Ele levantou-se e vestiu sua calça.
— Não vai mesmo querer a carona? — insisti.
— Olha, eu não quero chamar atenção chegando no trabalho em um carro importado com o filho dos Jeon. Estou indo. — me deu uma última olhada e tentou sair apressado.
Eu sabia exatamente o porquê de sua pressa. Então o chamei, como sempre. Antes de deixar Yoongi partir tinha uma pergunta que eu nunca podia deixar de fazer, porque um dia sua resposta com certeza ia mudar.
— Ei, Yoongi... — ele travou na porta e nem me encarou, ele sabia da minha mania. — Quer namorar comigo?
— Não. — respondeu rápido e sem muita emoção. Afinal, quantas vezes aquela cena já havia se repetido?
Ele passou pela porta e a bateu despreocupadamente... Na próxima vez que nos víssemos de novo, eu voltaria a fazer o pedido.