Eu estava exausto do trabalho. Tudo o que eu mais queria, no momento, era tomar um bom banho e descansar nos braços do meu namorado. Não tinha nada melhor do que ser mimado por ele a noite inteira. Jungkook era o melhor em me fazer tranquilo, me puxando para deitar no seu abraço, enquanto fazia carinho nos meus cabelos e a gente m*l via o tempo passar em meio as nossas conversas.
Eu estava sempre preso entre trabalhar e estudar de um modo obstinado. Por causa disso o Jungkook chegava da faculdade e me tirava do meio da minha pilha de livros, dizendo que eu precisava relaxar um pouco também. Segundo ele, apenas estudar me deixaria louco.
Após me convencer — acho que isso já era uma habilidade sua — ele ligava a televisão e a gente assistia ao dorama juntos, mas isso sempre acabava em muitos beijos pelo meu rosto e mesmo que eu o olhasse como se aquilo fosse uma completa bobagem, o meu coração estava sempre quente ao seu lado e por isso eu raramente ia para o meu quarto de hotel… Cada dia mais eu me via sempre voltando para a sua casa, atrás de mais dos seus carinhos e daquele sentimento confortável que embalava todo o meu corpo.
Quando eu abri a porta dessa vez, eu dei logo de cara com o meu namorado sentado no sofá — como eu já esperava, ele estava jogando vídeo game — mas havia algo diferente acontecendo. Era muito perceptível o barulho alto que vinha de outra área da casa. Sons de furadeira, marteladas e vozes masculinas. O encarei confuso.
— Jungkook, o que está acontecendo aqui?
Seus olhos não hesitaram em olhar para dentro, bem na direção do banheiro da casa — não o do seu quarto — revelando que seja lá o que estivesse acontecendo era naquele cômodo.
— Ah, é que eu comprei uma coisinha hoje. Eu senti que estava faltando na casa, mas daqui a pouco fica pronto e poderemos aproveitar.
Eu nem imaginava o que podia estar faltando nesse enorme apartamento, localizado em plena Gangnam-gu e tão desnecessariamente grande quanto a mansão em que ele costumava morar antes. Mas Jungkook devia estar acostumado a locais como esse. Era muito óbvio que ele havia nascido no luxo e a casa do lago da sua família poderia ser um palácio para muitos.
Assim que eu bati os olhos nele na boate aquela noite, eu soube que Jungkook não era como eu. Na verdade, eu percebi que ele não era como nenhuma das outras pessoas das redondezas. Aquele bairro era comercial, repleto de boates, clubes de strippers, casas de jogatinas e do outro lado era uma rua dedicada a motéis. Apareciam muitos homens e eu conhecia bem os tipos já que morava por lá há anos e vez ou outra apareciam garotos de classe média buscando diversão no perigo, como imaginei ser o caso de Jimin e Jungkook naquela noite.
Ele não pertencia àquele ambiente e isso era gritante e intrigante, ao mesmo tempo, até mesmo no jeito como se vestia. Mesmo assim eu nem cheguei perto de desconfiar que ele estava tão acima do que julguei. Ele era lindo e eu apenas queria lhe dar a aventura que ele devia estar buscando naquela área.
Puxei assunto com ele e quando toquei a sua mão, o puxando para fora de todo aquele barulho, percebi na maciez delas que o trabalho mais pesado daquele rapaz era o de segurar lápis e canetas. Imaginei que apesar da aparência máscula, Jungkook talvez fosse delicado demais, então, tirei uma prova antes de levá-lo à minha cama. O deixei me beijar e tocar o meu corpo — como uma prévia — e foi uma surpresa que aquelas mãos suaves na verdade tinham um toque bem firme. O seu beijo era ardente, embora ele não fosse afobado, mas seus quadris eram, estes atacavam os meus com certo desespero.
Eu agarrei as suas costas e a sua pele era gostosa demais de tocar, assim como o cheiro dela era viciante. Um cheiro completamente diferente dos outros homens com os quais eu estava acostumado. Não havia nenhum resquício de fumaça nele. O álcool também não era tão forte e nem parecia que ele tinha suado no calor da boate.
O levei para casa imediatamente e transamos de um jeito intenso. Jungkook com certeza não era um desses garotos ricos e frescos. Ele não se enojou com o pequeno quarto decadente ao qual o levei de primeira. Ele parecia desesperado apenas para me f***r. Então ele não se prendeu aos detalhes e me jogou na cama. Ele me tocou exatamente como eu gostava, por isso quando aquele rapaz me disse que queria me ver de novo, eu não pude negar que eu também queria aquilo. E além de tudo o que eu não pude imaginar naquela noite ao seu respeito, a mais distante era que a gente ia acabar assim, tendo a nossa própria história.
Era idiotice eu negar agora, eu praticamente já morava com o Jungkook. Ele me deu as chaves e quase sempre me trazia para dormir com ele. Quando ele ia para a faculdade, fazia seu caminho pelo meu trabalho e me deixava lá, dizendo para que eu fosse estudar na sua casa, enquanto ele não chegava, pois eu precisava de um ambiente que fosse tranquilo e eu não pude discordar dele. A rua inteira, onde eu vivia, era barulhenta e ainda tinham os meus vizinhos.
Eu aceitava a sua ajudava. Ia para a sua casa e passava todo o meu tempo livre estudando e aí ele chegava das suas aulas e me ajudava no que eu precisava. A gente comia juntos, ele me convencia a me distrair um pouco dos estudos e íamos fazer algo juntos. Minhas roupas estavam quase todas aqui e meu lugar na sua cama tinha o meu cheiro, mas eu não tinha me acostumado ainda a viver em um lugar tão exagerado. Tinha até piscina na varanda que era uma área da casa que eu imaginava que devia ser muito maior do que o quarto em que eu morava.
Então, eu não imaginava mesmo o que o Jungkook poderia estar instalando no banheiro, mas não ia pensar nisso agora. Eu só queria tranquilidade, então, ia tomar um banho no seu banheiro particular e me deitar em sua cama para descansar. Com a porta fechada, nenhum som externo ia invadir o local.
— Vem aqui, amor, você está com uma carinha. — bateu na sua coxa.
Dei de ombros e fui até ele sem hesitar. Me sentei em uma das suas coxas grossas e ele segurou a minha cintura e tocou o meu rosto como eu gostava. Fechei os meus olhos e em seguida os abri, o encarando.
— Está cansado?
— Um pouco.
— Você quer tomar um banho comigo? — se ofereceu.
Jungkook adorava me fazer entrar na banheira com ele e eu não podia negar que era delicioso sempre que a gente o fazia. Mesmo que fosse um pouco apertado, já que ele tinha um corpo grande, mas o meu — menor — se encaixava muito bem entre ele. A gente se beijava e conversava sobre o dia e algumas vezes, confesso, que a gente acabava transando dentro da água morna.
— Quero. — respondi, acariciando a sua nuca.
Aproximei o meu rosto e deixei vários beijos breves na sua boca antes de encaixá-las e aprofundar. Ele me apertou mais forte e aí percebemos que o silêncio dominou o local e somente o som do jogo fazia a trilha sonora do momento. Separamos os nossos lábios e ele olhou para as duas pessoas acanhadas na sala, evitando nos olhar.
— Acabou?
— Sim, senhor Jeon.
Saí do seu colo e ele me disse pra ir me preparando, enquanto ele resolvia as coisas ali. Fui para o quarto e me despi. Peguei um roupão de banho e quando voltei para a sala Jungkook, que estava sozinho e também com um roupão de banho, me agarrou e me suspendeu no ar.
— Eu já estou ficando e******o! — deixou escapar.
— Ai, sabia que você estava com más intenções.
— E você não está a fim? — cheirou o meu pescoço e eu me arrepiei.
Enfiei os dedos nos seus cabelos — eles tinham a mesma textura gostosa de quando o conheci — e revirei os olhos, soltando um "Okay, vamos lá". Ele riu, provavelmente porque estava cansado de me conhecer para entender o que minha resposta significava e lá fomos nós ao banheiro.
— Você está brincando? — o encarei abismado. — Jungkook, você é inacreditável.
O filho da p**a tinha comprado e instalado uma jacuzzi no banheiro! Apesar disso me irritar um pouco, eu não conseguia julgá-lo, era o estilo de vida ao qual ele estava acostumado.
— Tinha algumas dessas na minha casa, eu senti falta. Você vai gostar, deixa de birra.
Ele me colocou no chão e puxou o nó do meu roupão, passou as mãos pela minha barriga e peito até alcançar os meus ombros. Jungkook empurrou o tecido grosso para o lado e o roupão caiu no chão, enquanto a sua boca atrevida ia na direção do meu ombro. Ele o mordeu e agarrou a minha cintura, roçando devagar a unha por minha pele.
— Pensei que era um banho.
— Vai ser. — me virou de costas e atacou o meu pescoço, enquanto se esfregava na minha b***a. — Um banho bem gostoso.
Me empinei para ele e esfreguei a minha b***a nele. Senti o seu roupão ser solto e o calor do seu abdômen tocar as minhas costas e seu p*u, p***a, tão quente, forçando passagem entre as minhas nádegas. Jungkook ficava duro com qualquer estímulo. Ele passou as mãos pela minha barriga e escorregou os dedos pelo meu p*u, o pegando e fazendo uma massagem deliciosa. Comecei a gemer baixinho e a rebolar mais também, aumentando a rigidez da sua ereção. Logo eu senti minha entrada ficar mais úmida. Jungkook agarrou a minha cintura e me suspendeu um pouco. Fiquei surpreso quando ele meteu o p*u dentre as minhas coxas e acabei apertando as pernas para esmagá-lo mais forte.
— Você está me sujando mais. — falei manhoso.
— Mas estamos indo tomar banho, né?
Jungkook começou a me estocar mais forte — ele sempre fodia tão intenso — e eu tremi, se não fosse seu aperto firme eu perderia o equilíbrio e cairia, já que ele me fez ficar bem nas pontas dos pés. Jungkook era tão mais alto do que eu. Só que valia o risco. Estava tão gostoso que eu quase implorei para que ele metesse a sua ereção na minha b***a, mas decidi aproveitar as batidas violentas do seu corpo contra as minhas nádegas e a massagem nos meus testículos, assim como os beijos molhados na minha pele. Só que eu queria deixar Jungkook louco de t***o. Agora que ele tinha começado tudo isso e estava tão animado por t*****r em uma jacuzzi, encharcando minhas coxas com sua vontade.
Passei a mão por minhas coxas, esfregando a sua glande e quando Jungkook deixou a minha mão tão úmida quanto elas, a levei a minha boca e lambi gemendo manhoso. Eu sabia o quanto isso ia atiçá-lo e só aí eu ia poder dar o golpe final para tirar todo o seu senso. Jungkook soltou um lado da minha cintura e agarrou os meus cabelos com força. Soltou o outro lado e me deu uma palmada forte na b***a. Me inclinei para a frente e mantive os dois pés firmes no chão.
— p**a, Yoonie, quer me enlouquecer?
— Talvez. — respondi seguro.
E por mais que estivesse delicioso o jeito como ele me segurava e metia o seu p*u entre as minhas pernas, eu tinha que dar o próximo passo. Me desvencilhei do Jungkook e ele me encarou frustrado, enquanto eu me sentava na beira da banheira chamativa que tinha um lindo acabamento, inteiramente branco e impecável. Abri as minhas pernas e o encarei.
— Vem aqui, Kookie.
Ele se aproximou, sem hesitar, e se ajoelhou no chão, agarrando o meu pé e beijando meu o calcanhar, enquanto seus dedos corriam pela extensão. Seu olhar estava vidrado em mim, esperando o jogo continuar.
— Você sabe que eu cheguei cansado, né?
— Sei.
— E mesmo assim você quer t*****r.
— Desculpe. — se aproximou, lambendo a minha coxa.
Tremi e gemi manhoso, sentindo o meu p*u dar uma pulsada e escorrer um pouco mais. Suas lambidas viraram beijos desesperados e mordidas. Eu quase não conseguia mais falar o que eu queria.
— Isso, Kookie, você tem que me deixar beeem a fim.
— Mais? — me encarou com um sorriso malicioso e girou sua língua na ponta da minha ereção, limpando um pouco do líquido viscoso que escorria.
— S-sim, muito mais. — agarrei os seus cabelos escuros e ele não demorou muito.
Jungkook abocanhou a minha ereção inteira e a chupou fazendo um barulho excitante. Meu p*u cabia todinho dentro da sua boquinha pequena e habilidosa. Meu buraquinho já piscava, sempre invejoso de atenção e Jungkook nunca o negligenciava. Logo senti o seu polegar pressioná-lo, só querendo me provocar e sem aguentar mais a tortura, o empurrei com meu pé e me virei, ficando ajoelhado e empinado, enquanto pegava apoio na banheira.
— Aqui.
Agarrei a minha própria b***a e a abri, deixando o meu namorado ter uma visão completa do meu íntimo. Ele primeiro passou seus dedos e, impacientemente, os enfiou dentro de mim, me fodendo no ponto certo. Tremi inteiro e minha b***a buscava mais do prazer que ele me dava e quando eu estava trêmulo de t***o, ele os puxou bruscamente e me atacou com a sua língua, sem dar trégua. Suas mãos acariciavam as minhas costas e o próprio Jungkook gemia, sem nem se tocar. Ele estava e******o só por me lamber e ter em suas mãos. Isso acabava deixando o meu corpo em chamas.
— Isso, Jungkookie... — gemi o mais manhoso possível, não por provocação, saiu naturalmente como resposta aos seus toques.
— p***a, me deixa te f***r agora. — mordeu as minhas costas e me deu uma palmada firme na b***a, a agarrando em seguida e massageando.
Ele colou as costas nas minhas e eu só deixei seu p*u tocar em mim por segundos, antes de juntar as minhas últimas forças para resistir a ele e levantar. Ele me encarava chateado e babando, enquanto eu entrava na banheira cheia que borbulhava no seu intuito de causar uma massagem relaxante. A água estava em uma temperatura perfeita, me abaixei e meu corpo entrou em frenesi. Aquilo era realmente bom.
— Eu nunca entrei numa coisa dessas antes. Já é tão gostoso, dispensa até o sexo. — falei, rindo m*****o.
— Puta... Yoonie
Jungkook entrou impaciente e sentou-se, me puxando para o seu colo. As mãos de Jungkook também eram impacientes e tatearam o meu corpo todo, mas quando alcançaram os meus m*****s, ele realmente se demorou e os maltratou como podia. Eu gemia, amava seus beliscões ou quando revezava com esfregadas. Rebolei no seu colo. Sua ereção já estava dura demais. Me virei de frente para ele e abri as pernas, sentando em cima dele.
Jungkook deixou o seu corpo escorregar mais e ele abriu bem as pernas, enfatizando como seu corpo era grande, ainda mais se comparado ao meu. Isso me deixava com muito t***o, imaginar como Jungkook era maior e mais forte do que eu. Ele agarrou a minha b***a e tomou o controle do meu corpo. Era exatamente isso que me excitava mais na nossa diferença física. Eu gostava da sensação de estar em suas mãos. Ergui o meu corpo um pouco e me debrucei sobre o seu. Agarrei os seus cabelos e esfreguei o meu mamilo em seus lábios. Ele o abocanhou, me encarando e me chupou.
— Pode me f***r, agora. — lhe dei permissão.
Seu p*u forçou a minha entrada sem mais delongas e eu estiquei o meu corpo, gemendo de prazer. Comecei a saltitar em seu colo, espalhando a água pelo chão e ele me atacava sem dar trégua. Nossos movimentos atrapalhavam o borbulhar automático da jacuzzi e a única coisa que me fazia sentir bem agora era o meu namorado e o seu jeito delicioso de me f***r.
Me agarrei ao seu pescoço e ele me segurou mais firme. Eu intensificava as minhas quicadas em seu p*u, encarando o seu rosto. Ele apertava os seus dentes e mantinha os seus lábios abertos. De repente, ele passou a língua por seus lábios e me encarou com o seu olhar sedutor. Me arrepiei e meu ânus se contraiu forte. Jungkook estava segurando a minha b***a com muita força, como se ele descontasse a vontade de me bater naquele aperto, mas era impossível me dar qualquer palmada dentro da água. Ataquei osseus lábios e o beijei apaixonado.
— Jungkookie, — segurei seu rosto. — eu quero gozar. — colei nossos corpos, aumentando o contato e rocei as unhas na sua pele, rasgando-a levemente.
Ele gemeu de dor e ao mesmo tempo ansioso porque eu o esmagava dentro de mim. Encostei a testa na sua e estava ofegante. Jungkook me encarava como se estivesse apenas esperando para me ver tendo o meu orgasmo. Ele sempre me fazia tê-los com facilidade e Jungkook depois de meter dentro quase sempre negligenciava meu p*u. O que para mim era perfeito, já que era a melhor forma para eu aproveitar o meu orgasmo. Eu me deleitava sentindo a glande do Jungkook atacando incansavelmente a minha próstata e já sentia o meu orgasmo vindo. O apertei realmente forte e minha p***a se espalhou na água, enquanto os meus músculos ficavam completamente tensos e meu grito ecoou por todo o banheiro.
Jungkook xingou com uma voz rouca e baixa, gemendo um pouco mais e se ergueu, levando o meu corpo junto. Me encostou na beira da banheira, bem maior que a do seu quarto, e me estocou apressado, tentando chegar também ao seu ápice. Eu apertava as minhas pernas em volta da sua cintura e me arrepiava sentindo o seu p*u pulsar forte dentro de mim, enquanto ele me enchia com seu g**o. A gente se abraçou ofegante e depois de uma troca de olhares de segundos, nos beijamos e eu o sentia sair do meu interior.
Podia ser piegas pra p***a, mas estar com Jungkook era como um sonho e agora era fácil demais imaginar como seria nossa vida juntos.
— Hmm. — me arrepiei com uma fungada que o Jungkook deu no meu pescoço, me tirando dos meus devaneios de apaixonado.
O rapaz me encarou com o seu sorriso infantil.
— Isso que foi uma bela compra.
Ele sentou-se de novo e me puxou para os seus braços. Agora a gente podia sentir de novo a massagem da água em movimento e o conforto do abraço e carinho do outro. Amá-lo tanto já não me assustava mais. Eu queria entrar na nossa história de cabeça e lidar com qualquer consequência depois. Simplesmente porque todos os nossos momentos juntos valiam a pena e eu queria continuar sendo feliz com Jungkook. Realmente já não importava mais quantas diferenças a gente tinha, eu conseguia amar até as suas manias mais irritantes.