Anástacia. Claro, isso pode parecer estranho. Mas imediatamente percebi que a única decisão correta seria deixar Tacia estudar. Ela não queria ir, chorou, disse que tinha que ficar com a criança. — Ela é minha filha, sabia? Minha! Eu a amo tanto, que... — Eu entendo, querida, eu entendo tudo! Mas você também entende! Esta é a sua chance de uma vida normal. Talvez seja a única chance! Em um ou dois anos, ninguém lhe dará essa chance. E então... daqui a um ou dois anos, a sua garota, não vai precisar mais de você! Talvez Anástacia volte e vá viver a sua vida com a sua filha. — Ela não faria isso. Tacia sabe o quanto tenho me doado, para que ela possa ter um futuro melhor, e já tem meses, que ela simplesmente não entra em contato. Ela deve estar vivendo a vida dela, e não precisa de uma

