Capítulo 133 Rafa narrando (continuação) O movimento começou cedo. m*l deu nove horas e já tinha gente na porta pedindo coxinha, enroladinho, pão de queijo. A Dayane tava lá no fundo, com a mão na massa e gritando como sempre: — Rafa, sai duas de frango, uma de calabresa e três coxinha agora! — Tô levando! — gritei de volta. Enquanto isso, eu e a Samara íamos no pique no balcão. Ela atendendo, servindo suco, ajeitando os pedidos, e eu dividida entre o caixa, os trocos, e entregando as comanda tudo na pressão. A gente se olhava e ria da correria, mas tava todo mundo alinhado. A vibe era boa, mesmo com o cansaço batendo. O sol já tava lá no alto quando fui olhar o relógio e vi que tava perto do almoço. Nem tive tempo de respirar, o celular vibrou no bolso da calça. Era Gibi. — Fala,

