Deito-me pensando em reviver em minha mente, cada toque, olhar, sabor e emoção, do meu último dia virgem, e do meu primeiro não virgem, estou tão cansada e com tantas dores, que deito nua, e sem querer pego no sono. Observo pela escuridão da janela, que ainda é de madrugada, acordo faminta, penso em ir até a cozinha, mas não sei o que posso encontrar no caminho, percebo que há covardia de Talinara, que parece estar passando para mim, sorriu imaginando a cara que ela faria, se descobrisse que sair de madrugada para comer. Levanto-me tentando não fazer nenhum barulho, coloco uma camisola e por cima um roupão, desço rapidamente em direção à cozinha, mas quando iria passar pelo interno jardim vejo Aline e rapidamente me escondo, ela parece estar falando com o pai, mas observo que tenho uma

