A hostilidade estava no ar, e como uma represa que está prestes a se romper, a paciência de Hector está se esgotando e a minha vontade de continuar calada e não fugir no meio do casamento também. — Hector Romano, você aceita Pérsia como esposa? — o senhor perguntou. — Sim, eu aceito. O homem me encarou com seriedade. — Pérsia, você aceita Hector Romano como seu legítimo esposo? E com a raiva crescendo no peito, eu cuspi as palavras: — Não, eu não aceito — murmurei. — Estou me casando à força. O padre se afastou, levantando os braços e para a minha surpresa disse: — Então eu vos declaro, marido e mulher! — anunciou. Todos estavam vendo aquele show de horrores, mas ninguém fazia absolutamente nada. — Eu disse que não aceito! Não pode me casar quando eu disse que não

