*** Hector *** Afrodite estava em um dos bangalôs no segundo andar, seu corpo nu era violado por dois homens, enquanto um enchia sua boca, outro enchia sua b***a, em estocadas lentas, se segurando para não perder a chance que ele não teria outra vez, já que seu marido provavelmente estava na sala de negócios, aguardando o restante dos homens chegarem. Hefesto a via como uma criança, e precisava deixá-la no parquinho para concluir seu trabalho em paz. Pérsia a viu, e escondeu parte do rosto em meu braço. — Aquela é a mãe de Eros? — Se tiver que tampar os olhos a cada cena de sexo que ver aqui, definitivamente você vai precisar de uma venda logo, logo — falei a ela. — É constrangedor. — Com o tempo você se acostuma — respondi. Levanto as sobrancelhas interes

