Kaique Narrando/ Sábado/ 17:02
- Vamu dança. - Juliana me puxa no mesmo Instante que puxa Thomas, Eu estava ali conversando com os caras e ela chega com o cabelo todo bagunçado mais ainda bonita, Ela tinha um rosto bem angelical e era bem bonita de rosto.
- Vai cara. - Patrick me indentisiva.
Eu vou, Ela ri se colando de costas pra mim assim que chegamos na Pista.
Mechia o corpo de Movimento ao meu, Joga o cabelo pra o lado e eu a abraço pela cintura mechendo meu corpo de encontro ao seu.
Ela solta uma risada alta fechando os olhos, Ela pega minhas mãos levando até seus s***s, Ela os aperta com minhas mãos por cima da sua e eu aperto seu seio com um pouco de força e ela Geme.
Thomas se coloca na sua frente, Ela segura no rosto dele beijando ele.
Ainda passando minha mãos pelo seu corpo eu olho pra as Escadas, Devia haver algum quarto ali.
Se ela tava afim dos dois, Quem era a gente pra negar.
Sou pego de surpresa com ela me beijando, Encosto minha língua na sua chupando sua lingua, Ela fazia o mesmo encerra o beijo apos soltar um gemido assim que mordo seu lábio, Beijo seu pescoço enquanto Thomas fazia o mesmo do outro lado.
Ouço o seu gemido, O gemido dela tava me dando Prazer.
Todos dançava ao nosso redor e ninguém notava a gente ali.
- Vamos pra algum lugar meninos? - Ela chama animada.
Umedeço meus lábios assentindo, Ela pega na nossa mão dando pulinhos enquanto ia até a escada da Saída
- Olha o estado dela cara. - Eu digo pra Thomas, Tinha algo de errado com ela.
- Não vamos deixar de dar prazer pra ela, Não vai deixar uma gostosa desse escapar né? - Ele diz olhando pra ela subindo as escadas, Eu a seguro assim que ela quase cai da escada
- Ops..- Ela diz voltando a rir.
Sairmos do Galpão, Deixo ela lá atrás com Thomas enquanto diria até minha casa, Olhava ela do retrovisor e com certeza ela tinha engerido bastante álcool.
(...)
Entro na sala com ela juntamos os lábios nos meus, Suas mãos são rápidas e ela abre todos os botões da minha camiseta de uma vez fazendo eles caírem no chão, A joga no chão no mesmo instante que Thomas abria sua saía a descendo pra baixo.
A pego no colo, Aprofundando o beijo, Ela tava com um fogo da p***a.
Nem eu quando bebo fico desse jeito, Além de tudo ela tava quente, Fervendo praticamente.
Me sento no sofa com ela no meu colo, Thomas se senta do nosso lado e ela puxa sua cabeça pra entrar na onda do beijo, Deixo os dois se beijando lá sozinho.
Eu que não ia beijar ela com a língua de outro cara no meio.
- Não calma..- Ela diz, Eu respiro fundo com a respiração pesada olhando pra ela.
Ela para de beijar ele por um instante, Ele olha pra ela tentando beijar ela mais ela não quer.
- Não força c*****o. - Eu digo começando a me preocupar.
- Juliana? - Eu a chamo, Ela estava com as pálpebras tremendo.
Eu me levanto, E Thomas percebe.
- Juliana? - ele a chama, Ela começa a ter espasmos, Ele a vira a colocando deitada no Sofa. - Deram d***a pra ela. - Ele diz o que eu já tinha percebido.
Eu me aproximo dela, Ela estava de olhos fechados, Começa a salivar
Ah não p***a.
Thomas fica mais desesperado que eu, Ele coloca uma almofada abaixo da cabeça dela e eu r***o sua roupa pra ela pode respirar direito.
Os espasmos só piora.
- Vou Chamar a ambulância. - Thomas diz pegando o Celular, Ela conseguir pegar o Telefone fixo que ficava no criado mudo do lado do sofa e iria tacar na cabeça, Eu a impeço jogando o telefone no chão.
- Não precisa. - Eu digo, Eu sabia cuidar daquilo.
A salivar saia da sua boca freneticamente, E ela estava com os dentes trincado.
- Abre a boca porra.- Eu digo nervoso, Eu pego minha camiseta no chão tentando abrir seu boca, Seus dentes estavam trincados dificultando a ação.
Assim que consigo abrir sua boca, Eu seguro sua língua que estava se enrolando.
Ela não podia morrer aqui, Quer dizer ela não podia morrer.
Eu a coloco de lado ainda segurando sua língua.
Ele olha pra ela ao perceber os Espasmos parar, Engulo um seco olhando pra ela, Estava ficando mais calma mais ainda de olhos fechados
Solto sua língua levemente, E a coloco deitada ainda de lado.
Thomas solta um longo suspiro se sentando no outro sofa.
- Os espasmos acabou senhor? - A voz da moça no telefone era ouvida.
Ele pega o celular após passar a mão no rosto.
- Sim..- Ele diz com os olhos nela.
Dou mais uma olhada nela soltando a respiração, Tiro seu cabelo do rosto molhado, Limpo sua boca com a minha camiseta e me levando a pegando no colo, Coloco seu braço ao redor do meu ombro a levando até meu quarto, A coloco deitada na cama puxo o edredom e coloco seus cabelos pré trás.
Desço as escadas após uns minutos, Thomas falava com alguém na porta com certeza os médicos.
Entro na cozinha com uma toalha na mão, Molho ela com a água quente da torneira.
- Cadê ela? Acordou? - Ele pergunta entrando na cozinha.
- Não, Liga pra a Amiga dela chama ela pra cá. - Eu digo, Ele assente.
Subo as escadas com a toalha úmida, Passo pelo seu pescoço tirando o suor daquela partes, Passo ao redor do corpo enquanto acariciava seu rosto, Ela era linda pra morrer com Convulsão.
Pego uma toalha seca e passo pelo seu rosto secando, Ela ainda estava quente.
Aumento o ar condicionado, E volto pra o seu lado.
Coloco a mão no seu peito percebendo que ela estava com a respiração normal, Graças a Deus imagina se ela morrese? O desespero que eu eu ficar
Já não basta o que eu passei com ela ainda agora.
Passando o pano pelo seu rosto eu percebo que a Maquiagem vai saindo, Deixando eu ver suas sardas, Nunca vi mulher com sarda ela era a primeira e nunca achei tão lindo, Havia uma Pinta bem abaixo da Sombrancelha e outras diversas na clavícula, Não deixo de notar seu corpo.
Ela não era tudo isso, Ela era normal, Não precisava de s***s grandes ou b***a enorme pra ser bonita, Seus s***s eram pequenos mais Mesmo assim durinhos e fartos...
Que p***a eu tô pensando, A garota acabou de sair de uma Crise e eu pensando na m***a do corpo dela.
Merda não, Porque aquele corpo era natural perto dos que já vi.
Noto também uma tatuagem no seu pulso, assim que seguro seu pulso pra ver Thomas entra no quarto fazendo eu puxar o edredom até sua cintura.
- Ela tá vindo, As duas pra ser exata - ele diz, eu assinto. - Foi ecstasy né? - Ele pergunta, Eu assinto - Olha eu não ia falar.. - eu olho pra ele - Patrick tava com Ecstasy na festa hoje. - Ele engole um seco
- Tá de brincadeira? - Olho pra ele que n**a - que filha da puta..- Olho pra Juliana - Ele levou isso pra festa de 15 anos? - Ele assente, Patrick tá fodido na minha mão.
Ele sabe que eu odeio essas porras, Quer tomar? Que tome sozinho pra lá, Morra pra lá mais mais vem dar pra quem não quer.
- Você acha que foi ele que mandou colocar? - Ele pergunta se aproximando dela na cama.
- Não só acho com tenho certeza.
(...)
- Cade? Cadê ela? - Fernada entra no quarto desesperada, Assim como eu tava, Termina de chorar assim que vê ela na cama.
Ela sobe na cama pegando na sua mão.
- Ela tá acordada? Porque ela não tá acordada não me diz que ela..- Sua voz falha
- Ela só desmaio, teve convulsão mais agora tá dormindo. - Explico.
- Como você sabe, Ela pode tá morta. - Ela diz voltando a chorar.
- Estudo Medicina Fernanda, Além do mais ela tá respirando. - Ela coloca a mão na frente do seu nariz, Percebendo que ela estava sim respirando.
- A Isa teve a mesma coisa..- ela diz voltando a chorar, quer dizer ela nem parou.
Eu olho pra Thomas cruzando meus braços.
- Cadê ela?
- No hospital, Os pais dela foram pra lá e eu tava lá também. - Ela diz acariciando o rosto da amiga. - Vou ligar pra ela, Pra o irmão vir buscar.
- Não deixa ela ai, Amanhã de manhã ele busca ela.- Eu me apresso em falar.
- Não Kaique..
- Fernanda você é minha amiga a anos, Acha que eu faria algo com sua amiga? Ao contrário eu ajudaria. - Eu digo uma verdade.
- Quando ela acordar ela vai perceber que não vai tá em casa ai..- Eu a corto.
- Fernanda, Deixa ela aí sério melhor do que ela passar meia hora dentro de um carro pra chegar na casa dela. - Eu digo, Ela não diz nada fica passando as mãos no cabelo da amiga.
Thomas bate no meu braço me chamando pra sair do quarto, Eu saiu com ele descendo as escadas.
- Você vai contar pra ela? - Assinto.
- Vou.
- E qual você acha que vai ser a reação dela?
- Não sei, Tomara que ela não surte. - Me sento no sofa soltando a respiração.
(...)