ALINE NARRANDO Nossa das outras vezes as missões para mim era um martírio, saber que eu estava de frente com o fogo cruzado por um merda, para que ele mesmo não machucasse meus filhos, era muito difícil e aterrorizante, mas agora é diferente. Agora estou na linha de frente pela minha família, pelos meus amigos e por várias outras pessoas que precisam de nós para viver em segurança e com o mínimo de dignidade. De cima da laje eu atirava em cada bota que subia, assim como eles atiravam contra nós, só que eles não podiam atirar na cabeça, se em uma operação um vapor leva um tiro na cabeça, os policiais se enrolam, mas se pegar na barriga e ficarem sangrando até a morte, na perna ou em qualquer outro lugar, foram consequências do confronto. Mas nós não temos problema com isso, além de atira

