06 QUEM É ELA

1680 Words
FÊNIX NARRANDO Chego na casa do dog eu sento no banco de madeira que tem ali e fico olhando o movimentos, eu mudei bastante desde que eu sai daqui, a maioria nunca me viu em carne e osso, acho que vim aqui com quase vinte e um e depois com vinte e sete no aniversario do terror, foi a ultima vez que eu vi ele vivo e na moral isso ta me quebrando por dentro porque eu sai pro filho dele se torna um homem e ainda sim ele não passa de um moleque mimado e nem foi o pai que mimou ele. DOG- e aí irmão quanto tempo pow. _ ele fala eu me levanto e fazemos um toque se abraçando. FÊNIX- estava com saudade é? _ pergunto com deboche e ele n**a rindo e abrindo o portão da goma. DOG- vou nem fala nada, que eu já to para o ódio com o morte. _ ele fala e eu concordo pois estou da mesma forma. FÊNIX- eu to da mesma forma. _ eu falo e sento no sofá da casa dele- o que ele fez? _ pergunto. DOG- me rebaixou. _ ele fala e eu o olho serinho, dog era gerente aqui no morro. - Ele fez isso a uma semana, não consegui falar com o terror e nem é pelo cargo ta ligado e sim por como ele fez o bagulho. _ ele fala e começa a me contar e isso só me deixa ainda mais desconfiado por como terror morreu. FÊNIX- seguinte, como ele fez isso aí não tem conversa, foi desnecessário e uma molequice da p***a, ele quis mostrar o poder que ele ainda nem tinha da forma errada, mas no fim é bom, ele me passou um missão e eu vou, mas vou porque eu tenho uma ideia. _ falo para ele que sorri e concorda. DOG- e sabe como vamos entrar? _ pergunta. FÊNIX- tem uma cara que deve ao terror e a mim, acho que ele pode nos ajudar. _ falo para ele que sorri e eu ligo para o Borel, um dos líderes do TCP. LIGAÇÃO ON BOREL- quanto tempo. _ ele fala assim que atende. FÊNIX- só teria que entrar em contato quando fosse para cobrar o favor lembra. _ eu falo e ele concorda. BOREL- sinto muito pela morte do terror. _ ele fala- mas do que precisa? _ ele pergunta FÊNIX- preciso que me coloque dentro da maré com um de confiança seu. _ eu falo e ele dá risada. BOREL- é só isso. _ ele pergunta em tom de ironia. FÊNIX- não, meu parceiro vai comigo. _ eu falo e ele da risada- tem algum palhaço aqui Borel? _ pergunto e ele para de rir. BOREL- na moral, eu pedi um favor para o terror e para ti pela amizade que tinha com ele, mas isso não afetou a sua facção e meu acordo com ele era isso, nos ajudarmos no que era de interesse nosso. _ ele fala. FÊNIX- e derrubar o barão, não é? _ pergunto. BOREL- ele não me agrada, mas aí coloca X9 dentro da minha facção é demais né pow. _ ele fala. FÊNIX- não vou ser X9 Borel, confia em mim como eu confiei em ti e na hora certa vamos andar um do lado do outro. _ falo para ele que pensa. BOREL- vai matar o barão? _ pergunta. FÊNIX- é a intensão, mas sei que lá dentro ele é mais forte que eu, não vou te falar o que vou fazer, ou tu me coloca lá, ou busco outra forma de entra e seu pagamento vai ser ficar calado como se nunca tivesse me visto na vida. _ falo. BOREL- só tem um fênix em todo movimento, vou falar que tu veio da onda? _ pergunta. FÊNIX- daqui mesmo do CV._ eu falo e ele rir de novo. BOREL- tu é maluco demais ou não tem a mor a vida. _ ele fala e escuto barulho de teclado- amanhã tem cem vapores indo daqui para lá, teu nome e do teu parceiro vai estar no meio, manda aí o vulgo dele._ ele fala e eu passo. - Não sei o que vai fazer fênix, mas sabe que se começar a me prejudicar eu tenho que dar uma jeito. _ ele fala e eu sorrio agora. FÊNIX- tu sabe quem eu sou Borel, aos olhos do outros, posso ser uma vapor de merda, mas tu sabe quem eu sou então, fica na sua que eu vou fazer o meu e depois tu só me agradece. _ eu falo para ele que completa. BOREL- vou ficar na visão, mas como bônus, vai precisar de uma aliado lá dentro e o única que vai ser isso para tu é o lobo. _ ele fala – do barão. _ sorrio e desligo. LIGAÇÃO OFF DOG- e tu vai entrar lá como o fênix que é, ta maluco fênix. _ ele fala e eu n**o. FÊNIX- se eu quero a confiança dele, eu preciso jogar a real de quem sou pow, meu vulgo não é um que se usa a todo tempo, acha que ele não ia desconfiar. Vou entra lá como quem quer derrubar o CV vou ganhar a confiança dele e seguimos a partir daí. _ eu falo e dog pensa. DOG- e eu morrer por tua culpa eu venho puxar teu pé. _ ele fala e eu sorrio. -Quando vamos? _ pergunta. FÊNIX- amanhã e a primeira pessoa que temos que saber quem é, tem o vulgo logo, ele pode ser uma aliado. _ eu falo e ele concorda. DOG- bora arrumar as malas? _ pergunta e eu n**o. FÊNIX- as minhas ta no carro, eu vou bebê. _ eu falo e vou na cozinha dele, pego um cerveja e o olho- a morte do terror não foi natural. _ eu falo entrando no quarto dele e vendo ele arrumas as paradas dele. DOG- acho que morte tem a ver com isso? _ pergunta e eu dou de ombros. FÊNIX- não dá para saber, ainda. _ eu falo- mas seja lá quem fez isso com ele, vai pagar assim como o p*u no cu do Bope que eu não peguei ainda. _ eu falo e dog me olha. DOG- vai dar o morro para ele? _ pergunto. FÊNIX- se ele consegui tirar de mim depois de eu tirar do barão. _ eu falo e ele sorri- mas ele não que o morro dog, morte ta de rolo e ta me usando para chegar no que ele quer, como ele usa todos, não sei o que é, mas quando eu descobrir, ele não vai ter também. _ eu falo e dog concorda. DOG- sabe que vão se tornar inimigos né? _ ele pergunta e eu confirmo. FÊNIX- nunca fomos amigos. _ falo e ele concorda. Vamos conversando e bolando o plano, quando dog termina sentamos na varanda dele para beber e quando dá umas três da manhã eu desço o morro para pegar o meu carro e subo de novo pegando uma roupa na mala para tomar banho e dormir um pouco. Debaixo do chuveiro deixo a dor de perder quem em livrou de viver uma merda de vida, quem me fez ser quem eu sou hoje e prometo em silencio a ele que eu vou descobrir quem fez isso com ele e eu vou colocar ele no mesmo lugar que o colocaram, só que em um lugar qualquer. Tomo um banho com os meus pensamentos a mil e depois de termina deito no sofá do parceiro e apago. [...] Na minha Mercedes Branca, com detalhes preta, banco de couro preto e vermelho, ano dois mil e vinte cinco, eu chego no morro da maré, sou parado na barreira e eu levanto o óculos que estou usando porque o sol hoje ta um para cada um. VAPOR- é de onde irmão? _ um deles pergunta. FÊNIX- fênix, tão me esperando. _ eu falo e ele levanta uma sobrancelha, mesmo ele usando óculos posso ver, assim como eu vejo que ele não é um vapor qualquer. VAPOR- vou ver com o chefe. _ ele fala e eu concordo. - Ele ta te esperando na praça. _ ele fala e eu o olho. FÊNIX- só indica o lugar. _ eu falo e ele me olha. VAPOR- e o cara do seu lado? _ pergunta. FÊNIX- dog, ta comigo. _ eu falo e ele concordo, mas confirma. VAPOR- podem subir. _ ele fala e indica o caminho. FÊNIX- valeu aí cria. _ falo e vou subindo o morro. DOG- chegando no pagodinho já. _ ele fala e eu sorrio. FÊNIX- ta bom, ta muito bom. _ falo e paro o carro em uma rua do lado. – A e irmão, onde encontro o barão. _ pergunto a um vapor que eu vejo andando em volta da praça. VAPOR- qual tua graça parceiro? _ ele pergunta. FÊNIX- fênix. _ falo e ele concorda. VAPOR- na mesa principal, só chegar lá que ele ta esperando. _ ele fala e eu concordo. Vou andando em direção a mesa com o dog do lado, atenção chamamos a cada passo, quando eu chego perto bato os olhos em uma morena linda que é só a p***a, ela sorri com os lábios, mas os olhos dela não responde o sorriso, ainda mais quando o p*u no cu do barão aperta a cintura dela que está no seu colo, não sei por que, mas aquele me deixa no ódio pois vejo os olhos dela encher de lagrimas, mas ela contém, na minha mente eu me pergunto quem é ela?. Vou caminhando seguindo ainda mais e quando eu chego na mesa barão me olha e se levanta, a morena que fica sentada na cadeira ao lado me olha e por uns longos segundos e estendo a minha mão para o barão, mas ao olhar para o lado eu paro na loira e é ela a desgraçada da clara. Boa noite, AMORES, BORA APROVEITA MAIS CAPÍTULOS. COMENTEM E VOTEM MUITO JAJÁ ESTOU DE VOLTA.
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