FÊNIX NARRANDO No hospital eu entro com o Borel, meu pai e dendê, o cara ficou com um rombo na perna, a mulher dele não veio atras, achei estranho, se fosse a Aline ela deitava em cima de mim e entrava, nem que fosse no grito ela entrava, mas como eu não sei o tipo de relação que levam, eu nem perguntei se ela queria entrar. Gisele dentro da sala de emergência olha o ferimento, a bala entrou e saiu e pelo que ela disse, ele não morreu por milímetros porque a bala passou perto da veia femoral. Meu pai o olhava e falava com Borel que estava puto. BOREL- aquele filho de uma p**a desgraçado, ia atirar na minha mulher. _ ele fala e eu o olho surpreso. TERROR- calma aí parceiro, na hora certa ele vai ter o dele, mas tu o acertou pelo menos? _ ele pergunta e Borel o olha indignado. BOREL- ac

