ALINE NARRANDO Acordei sentindo a minha cabeça pesada, estou com um sono misturado a tontura e m*l-estar, minha mente vai longe e eu levanto em um pulo sentindo vontade de vomitar, sento na cama de novo, espero o mundo para de girar e quando ele para eu me levanto e vou procurar os meus filhos. Saio de um quarto e olho tudo ao redor, só mais duas porta e vou na da sala, porque a próxima da cozinha indica que é a saída e se eu estou aqui e porque o fênix conseguiu, ou outra pessoa piro que barão me tirou de lá e me colocou aqui. Vou andando até a porta que vejo está meio aberta, quando eu abro sinto um alívio imenso e as lagrimas descendo no meu rosto, onze anos de dor e cárcere passa na minha mente, dias meses sem estar com meus filhos, todas as pancadas, os abusos, todas as dores, tud

