Capítulo 12

1389 Words
No meio da madrugada acabou despertando com calor percebendo que estava de janela fechada, levanto da cama, ligo o ventilador vendo que estava chovendo, preferindo não me arriscar a dormir de janela aberta e pegar um resfriado devido ao tempo, vou até o banheiro tomar um segundo banho porém frio mas não tanto para esfriar meu corpo trancando de pijama para uma camisola, jogando o pijama que estava usando antes no cesto de lavar após ver que estava sujo voltando para minha cama nova em folha deitando novamente na mesma, achando uma posição confortável que assim que me aconcheguei mais uma vez acabo adormecendo logo em seguida. Na manhã seguinte acordo com o barulho de um passarinho cantando com um sorriso no rosto, adorava acordar assim com o barulho da natureza e estava feliz por estar de férias temporária enquanto pensava na proposta do Higor Oliveira em relação a escola Lavelo de balé, a vontade de aceitar era grande mas mesmo assim não sabia dizer se eu merecia isso pois afinal o sonho que minha mãe não pude comprar na sua juventude foi de não ter se inscrito na escola Lavelo e por isso me dava um bloqueio, eu já tinha quebrado a promessa da minha mãe, será que eu era merecedora disso? Eu não sabia responder essa pergunta que não parava de girar na minha cabeça se tornando o bloqueio com que não conseguia responder ao Higor Oliveira, chegando a me deixar frustrada. Os dias se passaram, continuando sem respostas, tendo dias ensolarado, outros chovendo mas mesmo de guarda chuva eu saía correr , treinando para a mini maratona de corrida que havia descoberto um dia que estava passeando perto de onde eu comprava o jornal que sem perder tempo me inscrevi para a mini maratona de corrida que iria ocorrer daqui dois dias não tão longe de onde eu morava sendo a cinco quadras e por uma simples grande coincidência quem estava lá no dia da maratona era o próprio Higor Oliveira. Portanto não percebi a sua presença, pois estava muito concentrada na corrida estando parada ao lado das demais que estava aguardando como eu que a corrida começasse, o responsável deu início e assim saímos todos correndo, o trajeto não me era completamente desconhecido pois não mudava muito do trajeto da minha corrida matinal, correr me ajudava a pensar melhor, esclarecer as ideias e foi ganhando a maratona que eu obtive a minha resposta que acabei me surpreendendo a dando de cara com o mesmo que estaria em minha frente tão surpreso quanto eu. — Não me esperava vê-la aqui! - disse Higor Oliveira — Nem eu… Mas essa corrida foi bom pois já tenho a resposta que o senhor quer saber - Digo para ele — Fico feliz em saber, não sabia que gostava de correr… E qual seria? - pergunta o mesmo Marcos: Rozie corria de lá para cá, brincando nas piscinas de crianças que tinha naquele parque que ela ainda não conhecia e estava gostando bastante, depois fomos para o McDonald's comer um X-burguer beber um refrigerante e voltamos para casa cansados após um dia assim. Os dias corriam rapidamente onde aproveitamos para sair para algum lugar diferente dentro da cidade quanto viajava pelas cidades vizinhas dormindo em hotéis diferentes que Rozie sempre admirava cada um deles e assim minhas férias foram passando rapidamente sem que eu tivesse percebido. Estava o penúltimo dia de férias e Rozie e eu tinha acabado de voltar para casa onde Dina já estava lá aguardando para nossa chegada, entreguei a Rozie que acabou adormecendo em meus braços juntos com sua mala e sua mochila, acompanhei a minha irmã até lá em baixo e assim que me despedi subi de volta para casa indo diretamente para cama muito cansado após tanto tempo brincando, saindo de lá para cá, esquecendo o quanto de energia tinha as crianças de hoje em dia. Me deito na cama e acabo adormecendo no mesmo instante. Era umas duas da manhã quando acordo todo suado, com falta de ar e passando um pouco m*l, levanto da cama pego meu remédio que engulo na mesma hora voltando para cama aguardando o remédio fazer efeito que não demorou tentando voltar a dormir mas o sono se negava a chegar então decidi vestir a primeira roupa que achar e dar uma volta por aí até o sono chegar. As ruas estavam vazias, as luzes apagadas onde de longe podia se ver algumas lanternas ligadas , caminhava tranquilamente aproveitando o momento mas assim que vi aquelas nuvens cinzas se aproximar tomei caminho de volta para casa que assim que cheguei, fechando e trancando a porta atrás de mim, podendo ouvir trovões e chuvas cair que não era das mais fracas pelo contrário sendo daquele que te molha da cabeça até o pé, tiro a roupa estando com o pijama debaixo dela indo até meu quarto me deitar que assim que encostei na mesma finalmente acabou dormindo novamente. Na manhã seguinte ao chegar no hospital vejo que tudo está em caos, não achando o Rodolfo em lugar nenhum, mais tarde descobri que Mario um dos nossos médicos assaltou o hospital roubando um monte de medicamentos e havia feito reféns que alguns estavam feridos onde um deles era o Rodolfo que ao ver seu estado me deixou chocado que me contou tudo de que tinha acontecido. Aparentemente Mario foi em uma das salas que não era para ir, Rodolfo pegou ele e pediu que não fizesse isso se tornando seu primeiro refém sem conseguir pedir ajuda pois o Mário acabou pegando uma das coisas que estava ali usando como arma, batendo na cabeça dele para apagá-lo e poder aproveitar roubando uns medicamentos para depois trancar o Rodolfo lá que após ter despertado olhou nas prateleiras e soube dizer quais medicamentos foram roubados anotando em um papel que pegou lá pois sempre deixava caso precisasse anotar algo que ele entregou para mim que agradeci-o por isso. Mário havia sumido do mapa por mais que jogamos a polícia atrás dele enquanto arrumamos a bagunça que estava tendo aqui e que eu percebi que ele não tinha roubado apenas alguns medicamentos mas sim documentos de extrema importância que apenas eu e Rodolfo sabia da existência que fui logo compartilhar com ele que estava saindo do check-up que indicava que os machucados deles eram alto e tinha muito sorte por não ter morrido mas precisava agora se afastar do hospital para poder descansar então decidi não compartilhar mais a informação com ele ao vê-lo assinar o documento de afastamento por ordem médico e assim voltei para o escritório tentando pensar logo em uma forma de corrigir os acontecimentos do hospital o quanto antes sem necessitar de fechar pois sabia que emergência e pacientes doente não iria parar de chegar como o mundo não iria parar de rodar só porque aconteceu essa confusão aqui e eu não sabia o que fazer. No meio tempo disso Dina me ligou dizendo que havia brigado com o marido dela Pedro pedindo para mim ficar mais um tempo com a Rozie que sem pensar duas vezes aceitei que deu a perceber com apenas aquela ligação que a coisa entre eles não estavam boas, Rozie não demorou a chegar acompanhada de uma pessoa que não conheci e assim foi embora assim que recebi minha sobrinha que aos poucos ela se acostumou com a minha rotina o que acaba facilitando muito mais para mim, agradecendo mentalmente por isso. Os problemas do hospital foram resolvidas após dois meses , tendo que contratar novos funcionários, mudar a parte de segurança do hospital e entre outras coisas também, Rozie continuava comigo e estava sem notícias da Dina me deixando preocupado pois depois daquela ligação era como se tivesse sumido e pressentia que algo estava errado porém preferi ignorar tentando não demonstrar preocupação para Rozie que estava mais uma vez comigo que estava feliz por poder aproveitar mais comigo. — Agora estou em dúvida se quero ser bailarina ou médico - disse a Rozie — Por que isso agora? - pergunto surpreso com a mesma — porque eu te admiro tanto quanto admiro a Sarah Martins… — Quem é Sarah Martins? - Pergunto para a Rozie — We a adulta que se apresentou comigo no espetáculo do balé naquele dia - disse ela para mim.
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