Joseph...
Assim que a ela deu a desculpa que a não era nada daquele filho da p**a, eu a puxei e lhe prendi no sofá, beijando de forma avassaladora, e com isso começo a tirar sua roupa, sinto que ela está diferente, não está tão entregue como da primeira vez, mas ainda assim, eu a queria, nem que fosse a força ela seria minha, ela lembra um grande amor que eu tive no passado, porém não seria possível a Sophie estar ali, mesmo porque pobre do jeito que era nunca sairia daquele maldito lugar. Mas Francesca era minha realidade e eu a queria. Tirei sua blusa, em seguida puxei suas calças, estava tão desesperado e acabei rasgando sua calcinha, e mesmo ela tentando a resistir eu a penetrei e nossa que b****a, quente e apertada, como ela sendo a v***a que era, trepando com todo mundo, conseguia ser tão quente e apertada.
Joseph: aí como você é gostosa, hoje eu vou f***r você, até você não conseguir sentar, sua v***a deliciosa.
Ela falava, algumas coisas, porem eu não estava nem ligando, pois o que eu mais queria era saciar meu desejo que comer aquela mulher que eu vinha desejando a tanto tempo. Mesmo que nossa primeira transa foi uma delícia, agora tudo era diferente, pois estava na minha casa, e ali o dominador era eu e não ela. Começo a sentir que eu vou gozar, começo a acelerar as estocada e g**o, nossa um fato de p***a forte, que encheu sua b*******a, mas eu ainda estava duro, e queria mais.
Joseph: agora você vem comigo, pois quero que você me chupe, até eu ficar duro novamente, porque hoje eu vou comer esse seu cuzinho delicioso, ou pensa que só o velho babão do Berdinaze, e o playboy do Roy pode f***r esse seu cuzinho? Não safada hoje aqui quem manda sou eu.
Francesca: você já teve o que você queria, agora preciso ir, foi maravilhoso.
Joseph: onde você pensa que vai? Daqui você não sai hoje, você só sai quando eu de comer até meu p*u não aguentar mais, agora vamos para quarto pois vou encher esse seu cuzinho delicia de p***a.
Francesca...
Nós estamos numa conversa, mas quando eu dei por mim, ele já estava me beijando, e apertando meu seio, no início estava gostoso, mas depois ele começou a ficar mais bruto, e com isso o que era prazer foi se tornando em repulsa, nojo, raiva, ódio por ele achar que poderia me dominar daquela forma, mas ele me pagava, cada estocada que ele me dava eu xingava e prometia me vingar, isso não iria ficar assim. Mas ele nem dava ouvido ao o que eu falava, pelo contrário quanto mais eu pedia para ir mais devagar, era aí que ele aumentava o ritmo. Rasgou minha calcinha me deixando ainda mais vulnerável. E quando ele estava ali comigo, alguns flashes vinham na minha mente, pois aquela cena veio como um gatilho na minha mente, me trazendo várias e várias lembrança, quando eu achei que tinha terminado, ele me arrasta para o quarto e decide f********o anal comigo, e doía muito, mas eu aguentei calada, porque eu teria minha vingança, eu ali naquela posição de pura humilhação, mais um gatilho, veio na minha mente, e junto com isso, uma cena.
Um casebre, na cidade de toscana na Itália, uma menina linda de olhos verdes chora quando um homem vem sobre ele e retira sua roupa e deita por cima dela, e com isso começa a usar o corpo daquela menina, ao seu dispor, ele chupa os pequenos s***s da menina que ainda estão se formando e penetra em sua v****a, onde ninguém havia penetrado antes. A menina chora, pois tudo aquilo está lhe machucando, mas ela fica calada, sabe que se falar ou reclamar de alguma coisa, as consequências seriam severas, por isso apenas aceitava seu destino, e jurava de um dia ela iria sair dali.
Aquelas lembranças fizeram eu criar uma força que quando eu me dei conta estava gritando e saindo daquele lugar, nua, só com um lençol sobre o corpo, eu não sabia para onde ir, mas uma coisa eu sabia eu tinha que sair daquele lugar de perto daquele home. Corri pelas ruas de França igual uma louca, chorando descalça e descabelada a procura de abrigo e o único lugar que eu me sentia segura era ao lado de Antonie Roy.
Antonie Roy...
Eu estava em minha casa quando o interfone toca, e meu porteiro diz que tem uma mulher no meu portão praticamente nua, e chorando dizendo que queria me ver eu sem saber o que fazer, ou até mesmo sem saber quem era eu pedi para entrar e fiquei esperando na porta, e quando eu chego na porta sou surpreendido com a Beatriz Moliner ali descalça e com um lençol sobre o corpo, eu nem sabia o que dizer
Antoine: meu ano o que aconteceu com você
Francesca: me ajudar.
Ela se joga no meu colo e desmaia. Eu pego ela no colo, e coloco para dentro e levo direto para meu quarto, ela está toda marcada, alguns hematomas, e pequenos machucados pelo corpo, eu fiquei pensando se ela tinha sido abusada por alguém, mas por quem? Onde ela esta para ter passado por isso? eu a limpei pois estava toda suja de esperma e sangue, limpei os ferimentos, como no joelhos e pernas, coloquei uma camisa minha e uma calcinha, pois depois que começamos a sair ela havia deixando algumas peças na minha casa, porem eu peguei uma camisa minha, pois queria o cheiro dela nas minhas roupas. E a deitei na minha cama, ela ardia em febre, e estava delirando falando coisas incoerente chamava por vários nomes, eu não estava entendendo, fiquei assustado, dei um comprimido a ela, para tentar acalma-la e a febre baixa. Fiquei ali o resto da noite velando seu sono.
Antonie: oh meu anjo, o que está acontecendo com você? Quem fez isso com você?
Francesca/ Beatriz: me ajude, Sophie me ajude, Antonie me ajuda, me solta, para, por favor para.
Antonie: calma meu anjo, eu estou aqui vai ficar tudo bem, fica tranquila. Quem é Sophie?
Sophie/ Paola: me solta, para com isso eu sou só uma menina, me solta. Eu vou embora.
Eu sabia o que ela dizia, ela chamava por nomes diferente, ela também estava bem diferente, as feições, a voz, as vezes parecia uma criança, depois mais jovem, mas não importava eu estava ali e iria ajudar. Assim que amanhece eu iria levar ao médico e tudo ficaria bem. Mesmo que ela não sabia eu já a amo. E não importa o que estivesse acontecendo eu iria cuidar dela. E que fez isso com ela iria me pagar não importa quem fosse eu iria acabar com ele, nem que para isso fosse levar minha vida inteira.