Raramente a verdade é pura, e nunca é simples. Ela ainda estava parada adormecida na mesma posição há horas, mas eu não consigo sair de perto, temo que alguém ainda pode tentar tira-la de mim outra vez. Sua roupa se encontra rasgada, com seus ombros e pernas a mostra, o que me faz pensar e tentar descobrir o que aconteceu no tempo em que ela ficou presa. E pensar que tudo isso aconteceu porque eu não fui rápido e forte o suficiente para protege-la. Soquei a parede em minha frente. Ouvi um gemido baixo. Abri meus olhos e olhei rapidamente para a a cama. Mariana se mexiam fracamente e lentamente sobre a cama, com os olhos fechados com força, murmurando coisas em tom baixo. - Ei... - Me sentei ao seu lado e passei minha mão em sua testa na intenção de acalma-la. Logo a agitação cessou e e

