A Nova Pirralha do Alfa

3614 Words
O Alfa, então, suspira e fala com sua voz enferrujada enquanto envolve completamente com seu braço a garotinha em seu colo. “Você vai me dizer agora para que precisa do dinheiro.” Enna engole em seco. Alfa Rohan afasta uma das mechas do cabelo brilhante dela, descobrindo seu ombro e revelando um de seus s***s inchados. Todo vermelho e responsivo, após o castigo do Alfa. E ele tem um prazer pessoal de ver seu efeito ali. “Uh... sim, tudo bem… mas você ainda vai me dar, certo? Eu sei que é muito, mas foi combinado...” Enna sente um dos braços dele a envolvendo mais apertado, em volta de sua cintura. Ele a puxa mais junto. A presença dominadora, na verdade a traz um aconchego que faz a garota relaxar o suficiente para trazer seus cabelos de volta sobre seus ombros. Eles protegiam seus s***s sensíveis da vista direta do Alfa, então com um movimento rapido, quase sem pensar muito sobre, ela volta a cobri-los. Assim seus cabelos caem pra frente, longos, indo até a barriga, e o homem repara o movimento ousado da pequena lobinha em seus braços, refazendo algo que ele removeu. Enna sabia muito bem, mesmo sem vê-lo, que ele é enorme e muito mais forte do que ela jamais poderia imaginar de um Alfa. Em uma disputa, ela não teria nenhuma escapatória dali. Sua unica escolha só poderia ser fazer exatamente o que ele diz. Então ela sabe inclusive que não tinha nenhum poder para impor seu pagamento dele! Que é o que a preocupa… mas ainda assim ela precisava tentar… “Você pode perguntar pro Beta Travis, ele mesmo disse…” “Já está na sua conta, filhote, agora me diga.” O homem facilmente irritável a interrompe dessa vez com mais palavras doces, como se a posição de aceite comportada dela no seu colo o tivesse acalmado. “Não acredito!! Você está falando sério? Legal!" “Pequena loba, me responda.” No entanto, com um rugido baixo, ele a alerta. Enna cobre a boca sentindo o perigo ao seu redor voltar. Ela não queria que voltasse, ela era indefesa o suficiente ali, então estava feliz pensando nesses braços fortes como proteção e não como perigo. Engole seco de novo e tenta mais uma vez: “Ah, o porquê, certo? Alfa, você parece um pouco estressado… E ow! E é por isso que estou aqui, certo? Ha ha.” Ela ri sozinha e continua em uma clara tentativa de esvair a tensão do ambiente, sem nenhum sucesso. "Ok... eu vou fazer o meu melhor para ajudá-lo com isso... quero dizer... você é tão grande, que você fica um pouco assustador se ficar com raiva..." A menina faz um beicinho e toca levemente o rosto dele. Com os dedos trêmulos, ela ousa sentir sua pele devagar e acariciar sua mandíbula. “Então não me faça repetir, pequena ômega.” “Ah, não, de jeito nenhum.” Enna volta a cobrir a boca com as mãos, ainda bastante assustada e consciente de sua situação, o que a deixa mais nervosa do que gostaria. “Eu vou responder, eu juro. Qual foi a pergunta mesmo? Sinto muito, Alfa, é sério, não lembro mesmo. Acho que estou um pouco nervosa…” O pior é que ela estava falando sério… Enna apertou forte os olhos por trás da venda, esperando que ele não a comesse viva por causa disso. Para seu alívio, em vez disso, ouve um grunhido abafado e sem nenhum movimento assassino, pelo menos, ele volta a cobrar: “Por que você precisa do dinheiro, ômega?” O Alfa fala devagar e ameaçador, como se sua paciência estivesse por um fio. “Uh, eu- eu tenho um sonho. É um pouco e******o, nada que seja realmente importante para dizer agora…” “Agora, ômega. Diga.” Cansado de esperar sua vontade, o volumoso homem a comanda para falar com seu Tom Alfa. O coração acelerado de Enna sofre algumas ondas de choque e ela apenas cospe as palavras às pressas: “Só quero financiar meus estudos como médica dos Lobos… sei que é coisa de Alfa, mas eu já olhei os preços!” Diz com certo orgulho de si mesma. “E com esse dinheiro eu posso pagar, talvez até suborná-los para me aceitar! Eu não sei... Na verdade, ouvi falar de alguns Lobos de classificação inferiores que puderam participar deste curso uma vez…” “Você veio aqui, para se arriscar assim, mesmo sem saber se pode ser aceita?” “Bem, precisamos começar de algum lugar, certo?” A garota de cabelos acastanhados diz espertamente como se estivesse ganhando a conversa. E então sorri. Alfa Rohan neste momento está tão inconformado, que ele estaria soltando fumaça das narinas. Se a pequena pudesse ver sua expressão, ela estaria correndo para o outro canto da sala. O grande Lobo cerra os punhos ao redor do corpo dela. Por instinto, Rohan se vê abraçando-a ainda mais forte. Procurando se acalmar, ele a envolve mais e afunda seu rosto no cabelo dela, sobre a curva do seu pescoço. O seu cheiro de um agradável perfume adocicado o faz fungar pesadamente ali. Ela chacoalha e solta um gemidinho no meio do mar de músculos. A menina está toda arrepiada. Por todos os cantos. Até entre as pernas. O Alfa, para sua surpresa, percebe o efeito calmante daquela maciez e daquele cheiro sobre ele, então continua assim por um longo tempo, respirando em sua pele, profundamente, com o objetivo de controlar seus ânimos e não trucidar tão frágil ômega. Enna permanece tensa com uma mão no peitoral inabalável dele, sem arriscar se mover ou lutar. O pensamento mais revoltante para o furioso Alfa era de que se essa coisinha provocante no seu colo não conseguisse o que ela queria, - o que ela provavelmente não conseguiria, - ela se condenaria a uma vida sem matilha e a ganhar dinheiro fácil vendendo seu corpo. Presa em uma vida na qual todo o dinheiro vem e vai facilmente, desperdiçado com coisas fúteis e perigosas como drogas e festas. O líder do Black Moon Pack pode ver claramente o quão inocente e inconsequente essa garotinha é, e isso só o deixa ainda mais bravo. Alfa Rohan então agarra o cabelo dela com uma mão rude e lhe dá mordidinhas famintas em volta do pescoço. Todo canto onde não tinha marcas de seu território ainda, ele coloca agora. Sons de ganido excitados deixam a garganta da ômega, por todo o tempo. Até Rohan ir diretamente para o ouvido dela e resmungar severamente ali dentro: “Preste atenção, filhotinha, você nunca mais vai fazer nada desse tipo, está me ouvindo?” “Hmmm... por quê? Você não é meu pai, você sabia?” A garota morde os lábios. Enna sabe que não deveria provocá-lo nessa situação! Mas ela não pode evitar, mesmo que ele parecesse que poderia esmaga-la viva a qualquer momento. Mesmo que na verdade ela se sinta tão sem fôlego agora, cheia de somente o mais puro desejo por esse poderoso Alfa mandão, e faminto. …Ou talvez essa fosse precisamente a razão pela qual ela queria provocá-lo assim: ele era muito quente, e estava deixando-a completamente fora de si… Talvez ela estava adorando. “Você pode me chamar de seu Alfa, você pode me chamar de seu papai, você pode me chamar como quiser, filhotinha. Mas acredite em mim, bebê, você vai precisar aprender a lidar com as consequências de seus atos e se você não tem ninguém para te colocar limites, eu farei isso com prazer por você.” "O que você quer dizer?" Enna pergunta sentindo a respiração dele em sua pele enquanto conversam. Estar perto assim de um Lobo tão grande e atraente era uma luta para qualquer fêmea, principalmente para uma fêmea na puberdade, jovem e rebelde como ela. Enna estava perdida e inebriada por aquela forte presença Álfica que quase não percebe quando alguém entra na sala, só o percebe quando Rohan para de falar com ela. Então ao ouvir o barulho de mais alguém entrando ali, a garota de cabelos aveludados joga seus braços ao redor do Alfa e se afunda em seu peitoral, em uma tentativa agitada de seu esconder de qualquer outro. Rohan se deixa abraçar. Enna se aperta contra ele e acaricia com seus dedos trêmulos a nuca do Alfa, o sentindo suavemente contra sua pele nua, enquanto aguarda o visitante sair. Rapido. Ou pelo menos assim ela espera… O Alfa a abraça contra si e conversa com o rapaz a porta: “Entre. Deixe um de cada e o vinho tinto.” “Claro, Alfa. Mais alguma coisa que eu possa ajudar?” O outro homem tem uma voz humilde direcionada ao Alfa e olhos educados no chão. “Não, vá embora.” “Com sua permissão, Alfa.” O garçom educadamente se curva ao terminar de servir a mesa e empurra seu carrinho para fora da sala. “Ele já foi?” Sua voz fina está abafada contra o suéter quentinho dele. “Uhum,” o Alfa se limita a murmurar rouco. Desajeitadamente tímida, a Loba levanta seu rosto do seu esconderijo, mas não tira seus braços ou suas mãos dele. Depois de um minuto de silêncio nessa posição, com Enna apenas sentindo a proximidade e a essência cara do perfume masculino do enorme Lobo ao seu redor, ela percebe os movimentos dele em direção a mesa diminuirem. O Alfa se serviu em um prato e então a ordena: "Abra a boca." "Por quê?” A lobinha questiona. “Voce não veio aqui para chupar meu p*u?” Imediatamente a garota se endireita em seu colo, buscando distância, apenas para sentir que seu braço ainda a mantém firmemente no lugar. "O quê? Quero dizer... uh... acho que sim, mas… é, é por isso que estou aqui, é que… uh..." Ela nunca nem tinha feito isso! Como ela ia explicar pra ele? Ele não deveria saber? “Apenas abra a boca, ômega” Com uma expressão brava, a ômega cruza os braços com raiva pela sua rudeza ao pedir uma coisa tão íntima, mas apenas decide fazê-lo. Ela faria e o deixaria chorando por ela! Ele vai ver! "Certo!" Enna abre a boca bem grande e diz “ahhh”. O Alfa lambe seus próprios labios, tentado, seu m****o se contorce com a atitude ousada dela, mas ele afasta o pensamento e pega uma grande porção de pão trufado na mesa. Com o alimento entre os dedos, ele o leva ate a boca ainda aberta da garota. Rohan coloca o suficiente para enche-la ao máximo e deixa-la focada apenas em mastigar. “Por hora só vou alimentá-la. Vamos deixar a sucção para momentos futuros.” “Hmmm… ok” Enna fica vermelha com o pensamento, mas então assente aliviada e com a prazerosa sensação do pão quente derretendo na sua boca. Tinha um gosto delicioso e não era somente bom; mas, na verdade, não se parecia com nada que ela já comeu na vida! “Uh, obrigada..." Murmura de boca cheia. "Quero dizer, uh, nós estamos apenas nos conhecemos ainda, certo?" Ri sozinha da sua própria tentativa de descontração. “Hmm, isso é muito bom… Hm, Alfa, posso saber seu nome Alfa? Sei que você não me deixa tirar isso…” aponta pra venda. “Mas acho que já sei quem você é!” Enna tinha certeza desde que entrou na sala, era a mesma energia poderosa que ela sentiu enquanto dançava (mesmo que fosse à distância, ela poderia saber). “Sabe?” Ele pergunta parecendo sem muito interesse com um tom baixo e retórico. Pra ela era claro quem ele era. Era a mesma aura forte e assustadora. Além disso quando ela tocou seu rosto, a barba rala, os traços masculinos, mas firmes e bem desenhados que ela sentiu… A fizeram ter certeza. Ele era lindo. Ela podia saber disso. Enna então vai com mais ousadia com as mãos até o nariz e as orelhas dele de novo agora, com uma tentativa de mostrar que estava certa. Mas sua atitude invasiva às cegas faz com que o Alfa se afaste, para nao ter seus olhos perfurados. A omega ri quando ele o faz e ela murmura um pedido de desculpas. "Sim. Sim, Alfa. Eu sei sim quem você é! E você é muito lindo! Ou eu devia te chamar de daddy-Alfa? Ein? Posso te chamar de daddy, daddy? Uh huh, daddy! Você não precisa se preocupar, você pode me deixar ver você, daddy… E pode ter certeza que eu vou te amar muito…” Além dos dedos, dessa vez ela aproxima também seus labios do rosto dele, se esticando em seu colo. “Porque voce é meu Grande Lobo Mau…” Enna diz tentando soar sensual, mais proxima de seu ouvido e então toca seus labios ali. Ela mesma se assusta da proximidade, mas fazendo algo que nenhum dos dois podia esperar, a garota decide repetir e traça pequenos beijinhos pela bochecha de Rohan. “Meu Grande gostoso Lobo Mau. Raw!” Enna diz e ri de si mesma. Ela está a milímetros dos seus lábios agora. O que o faz ter que se afastar antes de dizer: “Continue assim e não vai gostar do que vou fazer com você, pequena lobinha.” O Alfa a assiste com uma expressão intratável e seu m****o duro se revira embaixo do macio traseiro dela sentado no seu colo. "Algo assim?" Enna acaricia suas bochechas com as mãos leves e começa a esfregar os lábios no nariz dele e então desce até alcançar a boca do homem… Perturbado com seu próprio desejo, o Alfa não a para a tempo e quando vê a menina sela um beijo em seus lábios Alfa. Enna se pressiona contra ele com intensidade e deixa seu fogo queimá-la. O grande Alfa, porém, imediatamente se tensiona e se retrai, não o suficiente para escapar. Ele não esperava jamais tamanha ousadia de uma loba tão pequena, mas ela se aproximou com tanta ternura que ele não quis pará-la antes. A ponto de se deixar ter seus labios sequestrados por uma omega! Enna move sua boca na dele lentamente. Na verdade mesmo, ela nunca fez isso, já que os ômegas não podem ter relações sexuais ou íntimas até o Evento da Oferta. Mas ela estava bem confiante de saber como fazê-lo. Seus instintos só queriam mais dele e mais próximo. O Alfa geme quando sente a língua dela ressabiada explorando seus lábios. Não acreditando na sensação, cheia de espasmos e correntes pelo seu corpo Alfa, e sendo criada por tão insignificante criaturinha… Rohan se deixa levar e aprofunda o beijo. Penetra os lábios dela com a sua própria língua dessa vez. Quando se encontra com a dela e a prova ser tão macia quanto tudo mais sobre essa garota era, ele geme ainda mais alto. O Alfa não podia nunca esperar que um sentimento tão forte crescesse nele, tão poderoso e por tão pouco… literalmente. Por uma coisinha tão pequena dessas em seus braços! Enna enlaça os braços ao redor do pescoço dele de novo, pendurado-se no grandão como percebe que estava a desejar poder repetir. Se sente completamente envolvida e possuída. Mas então sente a mão dele entrar no seu cabelo e a segurar firme. Após alguns segundos ele passa a tentar afasta-la. Enna resiste, não ligando para a dor nem quando ele começa a efetivamente a puxa-la mais longe. Ela faz de tudo para manter seus labios ligados, até que com um agarrão mais duro, ele a afasta de vez. “Alfa não! Eu quero continuar!” “Você não diz não ao seu Alfa, ômega atrevida, e você não dá ordens aqui.” Rohan lutando pelo seu controle de volta, solta o cabelo da ômega, só pra ela ignorar suas palavras e conectar seus labios novamente. “Ai!” Dessa vez a agarrada dele é mais firme e mais rápida. “Tudo bem, tudo bem… Eu parei, daddy.” Enna diz inocente e ele a deixa ir, mas a garota morde seu lábio inferior e abre então um sorriso sedutor. "Por enquanto, daddy-dad…” Ela ameaça dar-lhe uma lambida, mas no mesmo instante, Alfa Rohan a vira no seu colo e lhe dá dois tapas ardidos na b***a. Um em cada nádega. Com sua grande mão, ele deixa duas marcas com todos seus dedos ali, sem hesitar. Enna nem tem tempo de gritar, ela apenas engasga e ouve os estalos ecoarem. Sentindo imediatamente sua pele ficar quente e vermelha por todo seu bumbum e então se espalhar pro restante de seu corpo nu… Awh! O dominante Alfa a coloca sentada de volta em seu colo, agora em um estado paralisada e bem comportada. A garotinha se torna estática, ainda tentando compreender a explosão de sensações que cresce dentro de sua barriga. Uma espécie de prazer doloroso que parte desde seu bumbum sensível, até suas partes mais internas. Sua boca está aberta e ela afaga a região corada, se sentindo como uma criança pirralha. “Eu não sou uma pirralha!” “Oh, voce se comporta como uma.” Enna n**a com a cabeça, mas sem argumentos. “Por um acaso é isso que você quer? Ter sua b***a espancada? Porque eu posso te dar mais.” Alfa Rohan alerta em um tom baixo e áspero. Ele se vira pra pegar sua taça de vinho e toma um longo gole, enquanto a encara em seu colo e espera uma resposta. "Não..." Enna finalmente responde baixinho e morde o lábio. "Então aprenda a obedecer e se comporte.” Sua voz rouca soa mais suave. Ele lhe beija a bochecha vermelha, quase tão corada quanto seu bumbum. “Deixe-me voltar a te dar comida, entendido?” “Tá bom, Alfa.” Enna responde obedientemente e se remexe sobre as pernas dele, incapaz de impedir seu beicinho. Ela abaixa a cabeça e sente seu bumbum pinicar contra o tecido grosso da calça do Alfa. O tanto que a barriga dela estava convulsionando e sua i********e jorrando líquidos, a faz muito auto-consciente. Mordendo os lábios forte, como uma criança travessa punida, Enna tenta relaxar novamente com uma conversa mais casual: “Uh, daddy, por que isso é tão assustador, mas tão quente?” “Se comporte e não haverá nada assustador aqui, pequena. Seu Alfa está aqui, não há nada que precise se preocupar.” Ele afaga sua bochecha em chamas com o polegar. Enna não pode evitar de se inclinar mais contra o carinho e sorrir. Rohan volta a pegar uma porção de comida em seus dedos. “Agora abra a boca.” A garota faz prontamente e solta um gemido. Após o Alfa enfiar uma nova porção entre seus lábios, a aveludada arfa ao mastigar aquele novo gosto exótico, mas extremamente saboroso. “Hmmmm… Eu acho que gosto muito disso, daddy.” Ela resmunga com a boca ainda muito cheia pra falar. “Hm, uh huh, eu gosto mesmo desse, daddy…!” “Voce gosta, huh? Mas não fale com a boca cheia, filhote.” Enna cobre a boca no mesmo instante, culpada, e então acena, sinaliza com um sorriso e faz sinais de ok com as mãos, enquanto ainda mastiga o pedaço suculento de carne. O grande Alfa continua a alimentá-la. Enquanto ele a deixa mastigar, Alfa Rohan desce seus lábios e procura mantê-los ocupados também, depositando beijos suaves em seus s***s corados. O corpo de Enna pula como se estivesse levando choque a cada estalinho que ele deixa por ali. O Alfa afasta as mechas acastanhadas dela, o suficiente para seus lábios terem espaço e continua, assim, assistindo as reações da garota com cada novo beijo que deposita naquele m*****s corados e sensíveis. As mãos de Enna se apertam na nuca do Alfa, enquanto ela revira os olhos por detrás da venda e rebola fervente no colo dele. Ela até tenta focar em mastigar e só aproveitar das comidas deliciosas que ele a dá, mas muitas vezes isso fica impossível. A petite Loba está quase gritando com a ininterrupta provocação. No entanto, Rohan mantem a boca da pequena sempre cheia, ocupada, para que ele possa continuar explorando suas reações virginais aos estímulos que seus lábios e lingua dão àquela pele macia e sensível. O Alfa n***o aproveita para beijar cada um dos chupões que deixou marcando seu território nela. Agora entre tons vermelhos e rosados, ele se deleita de ver suas marcas no pescoçinho da lobinha pequena nos seus braços. O homem severo se deixa aproveitar dessa vez de um estranho prazer em ter essa garotinha por essa noite. Ele sabia que não devia se envolver com fêmeas assim, mas o tanto que essa o estava provocando, estava o deixando enlouquecido… ela precisava de uma lição. Precisaria pagar um pouco que fosse por essa impertinência toda. E por mais que ele pudesse querer tentar resistir, no fim Alfa Rohan já decidiu se permitir sentir o prazer em ser o dono dela por hora e ser aquele que iria ensinar essa pequena ômega a não se meter com Alfas como ele de novo. **** AVISOS DA AUTORA Enna é maior de idade, apesar de nao parecer. De qualquer forma, mesmo que se tenha 18 anos se relacionar com homens mais velhos em muitos casos nao é uma coisa boa, pode ser abusivo e perigoso, entao nao recomendo. Se quiser se aventurar em segurança, a literatura está aqui pra isso. Quando for se relacionar na vida real, busque um relacionamento saudável, seguro, com balanço de poder equilibrado (a não ser que vcs sejam lobos) e com respeito a si mesma em primeiro lugar, obrigada. ****
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